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‘Tristeza ouvir o grito de socorro e não ter como agir’: socorrista se emociona por não conseguir salvar caminhoneiro atacado por mais de 400 abelhas

G1 Goiás ·
‘Tristeza ouvir o grito de socorro e não ter como agir’: socorrista se emociona por não conseguir salvar caminhoneiro atacado por mais de 400 abelhas

Caminhoneiro morre após ser picado por mais de 300 abelhas, em São Domingos O socorrista que participou do atendimento ao caminhoneiro atacado por mais de 400 abelhas se emocionou ao relatar que não conseguiu salvar o homem, que pedia socorro.

"A gente ouviu o grito de socorro dele, mas infelizmente não tivemos como descer; senão, a gente ia se tornar outra vítima do acidente", contou o técnico de enfermagem Cláudio Matias à TV Anhanguera.

O motorista André Martins da Silva, de 50 anos, morreu depois de tombar a carreta e ser atacado por abelhas na GO-463.

"Tristeza você ouvir a pessoa lá pedindo socorro e não ter como você fazer alguma coisa.

A gente ouviu o grito de socorro dele, mas infelizmente não tivemos como descer; senão, a gente ia se tornar outra vítima do acidente.

Era uma vida que poderia ser salva; se não fossem aquelas abelhas ali, com certeza ele tinha conseguido sobreviver", disse o socorrista. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Segundo a Polícia Científica, o médico legista identificou mais de 400 ferroadas no corpo da vítima, e a causa da morte foi registrada como choque anafilático.

O acidente aconteceu na segunda-feira (31), em São Domingos, no nordeste de Goiás, quando a carreta dirigida por André tombou à margem da rodovia.

Ele conseguiu sair do veículo, mas foi atacado por abelhas.

LEIA TAMBÉM: Caminhoneiro morre atacado por mais de 400 abelhas após escapar de acidente em rodovia Ataque de abelhas atinge cerca de 40 alunos da Apae em Goiás Avô morre após ser atacado por abelhas em Goiás O Corpo de Bombeiros informou que André estava fora do veículo quando a equipe chegou, e a morte dele foi constatada ainda no local.

O técnico de enfermagem contou à reportagem que foi a primeira vez que um caso dessa natureza aconteceu com a equipe.

Segundo ele, não havia roupa apropriada para lidar com o ataque dos insetos e, por isso, tentou improvisar com outros equipamentos disponíveis, mas mesmo assim não conseguiu.

"Ainda ouvi o pedido de socorro de dentro do mato onde a vítima estava, só que, devido à quantidade de abelhas, a gente não conseguiu descer porque não tinha o equipamento apropriado, a roupa.

Eu até tentei pegar o lençol da ambulância, coloquei na cabeça, coloquei o óculos, coloquei uma máscara, passei uma atadura em volta para tentar ver se conseguia chegar, mas não deu.

Essa foi a primeira vez que aconteceu esse caso.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.

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