'Eles queriam a revolução': grupo que planejava ataques em Brasília defendia 'abolição do Estado' e disseminava discurso nazista e misógino
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno; polícia agiu antes “Eles queriam a revolução.” É assim que a investigação descreve a motivação de integrantes de um grupo extremista que planejava ataques contra prédios públicos em Brasília.
Apesar de não se identificarem com um lado político específico, os participantes defendiam a “abolição do Estado” e disseminavam conteúdo neonazista, misógino e de incentivo à violência.
Um dos grupos monitorados pelas autoridades tinha uma foto de Adolf Hitler como imagem de perfil.
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno As conversas monitoradas pelas autoridades mostram que o grupo não tinha como objetivo apoiar um determinado partido ou corrente política.
A proposta era mais ampla: promover uma revolução contra o Estado.
O principal alvo identificado pelos investigadores era o Palácio do Planalto.
Os integrantes também tinham mapas de ministérios, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Eles chegaram a compartilhar a planta baixa do Planalto e discutiam formas de entrar e sair do prédio.
Discurso extremista O relatório elaborado pelo CyberLab, laboratório de repressão a crimes cibernéticos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, apontou que os grupos apresentavam alto grau de periculosidade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tecnologia.