Alta e queda do dólar: aprenda estratégias para proteger o orçamento das oscilações
Foto: jcomp no Freepik Mesmo quem nunca comprou dólar pode sentir os efeitos das oscilações da moeda americana no orçamento.
Como o dólar é utilizado em grande parte das transações comerciais internacionais, mudanças na cotação podem influenciar desde o preço de combustíveis e alimentos até medicamentos, eletrônicos, passagens aéreas e investimentos.
A cotação é determinada principalmente pela relação entre oferta e demanda no mercado de câmbio.
Quando aumenta a procura pela moeda americana, seu valor tende a subir diante do real.
Já uma maior entrada de dólares no país pode contribuir para reduzir a cotação.
Esse movimento é influenciado por fatores nacionais e internacionais.
Decisões sobre os juros dos Estados Unidos, crises econômicas e conflitos geopolíticos estão entre os acontecimentos que podem provocar mudanças no câmbio.
No Brasil, a situação das contas públicas, o nível da dívida, a balança comercial, a taxa Selic e a entrada ou saída de investimentos estrangeiros também têm influência.
O Banco Central ainda pode atuar no mercado para reduzir oscilações consideradas muito bruscas.
Na prática, uma alta do dólar pode chegar ao consumidor mesmo quando ele não tem nenhuma despesa em moeda estrangeira.
Isso acontece porque diversos produtos fabricados no Brasil dependem de matérias-primas, equipamentos ou componentes importados.
Combustíveis, eletrônicos, eletrodomésticos, medicamentos e alguns alimentos podem sofrer aumento de preços quando os custos de importação sobem.
O efeito também aparece nas viagens internacionais.
Passagens, hospedagem, compras no exterior e despesas feitas com cartões internacionais podem ficar mais caras quando o real perde valor diante da moeda americana.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.