PCO reage à operação da PF contra Rui Costa Pimenta: “Perseguição”
O Partido da Causa Operária (PCO) se manifestou nesta terça-feira (11) sobre a operação da Polícia Federal que teve como alvo o presidente nacional da legenda, Rui Costa Pimenta.
Em nota, o partido classificou a ação como “ilegal”, “antidemocrática” e uma “perseguição política e eleitoral”.
Segundo o PCO, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na residência de Pimenta e em um escritório na manhã desta terça.
De acordo com a legenda, a investigação estaria relacionada a serviços contratados pelo partido junto a três empresas gráficas ao longo de cinco anos, que somariam R$ 1,8 milhão.
O PCO contesta a existência de irregularidades e argumenta que os valores correspondem a despesas realizadas em diferentes campanhas eleitorais.
A sigla também afirma que, entre as eleições de 2018, 2020 e 2022, lançou 442 candidatos e sustenta que os gastos investigados devem ser analisados levando em consideração esse volume de candidaturas.
Na nota, o partido afirma ainda que a PF apreendeu o celular e o passaporte de Rui Costa Pimenta e critica a forma como a operação foi realizada.
O PCO também relaciona a ação ao lançamento da candidatura presidencial de Pimenta, ocorrido três dias antes, e afirma que a investigação integra uma série de episódios que considera perseguição política contra a legenda e seus dirigentes.
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