Os detalhes do estudo que traduz em números como se perde tempo de jogo no futebol brasileiro
CBF e clubes brasileiros decidem adotar regras da Copa no Brasileirão - para aumentar o tempo de bola rolando Uma coisa são as sensações que partidas de futebol transmitem.
Outra, é transformar tal percepção em números.
Este é o grande mérito do estudo encomendado pela CBF à Opta, empresa especializada em dados, sobre a escassez de bola rolando no Campeonato Brasileiro.
E não é preciso mergulhar fundo nas estatísticas para ter um diagnóstico: temos um problema evidente de arbitragens, mas fundamentalmente sofremos com a conduta de atletas e comissões técnicas. + Clubes das Séries A e B aprovam novas regras contra antijogo e cera Os jogos no Brasil têm menos tempo de jogo efetivo do que as principais ligas do mundo, mas o pior aspecto é que são os mais picotados, cheios de interrupções frequentes.
A diferença de tempo de bola rolando nem parece tão grande quando comparada aos torneios europeus, mas o grande problema está na quantidade de paralisações.
O drama é continental.
Neste sábado, o Campeonato Brasileiro coloca em ação o novo pacote de regras para combater o antijogo.
E a tentativa de uma guinada acontece na mesma semana em que a Libertadores exibiu contrastes.
Dos sete jogos pelas oitavas de final, três não atingiram os 50 minutos de jogo efetivo, e outros dois ficaram abaixo dos 55.
Já o Flamengo x Cruzeiro e o Fluminense x Independiente Rivadavia ultrapassaram os 57 minutos.
CBF e clubes aprovam novas regras para o futebol brasileiro Como já se imaginava, o Campeonato Brasileiro está abaixo de Alemanha, Inglaterra, Itália, Itália, Espanha e França em termos de tempo efetivo de jogo.
Por aqui, joga-se, em média, 52 minutos e 54 segundos de futebol por partida.
São quase 3 minutos e meio a menos do que a Bundesliga alemã, a liga europeia com melhor desempenho no quesito.
Não parece uma distância irrecuperável.
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