domingo, 13 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Quem fatura mais com as eleições? Facebook já recebeu R$ 46,5 milhões Maior aérea do mundo aposta no Brasil com experiência premium e avião novo Resultado da Quina 7116: Veja os números sorteados e se você ganhou Funcionários da Caixa rejeitam proposta final do banco, e greve continua BRB tenta suspender reservas para cobrir prejuízos de ativos do Master Igreja ligada a cunhado de Vorcaro movimentou R$ 57 milhões Banco Central arquiva inquérito e libera bens da antiga Reag Truste Dólar sobe a R$ 5,12 e Bolsa recua com petróleo em queda e deflação no país BTG mira mercado de R$ 50 trilhões com cartão de crédito para empresas FGC pagou R$ 40,2 bilhões a investidores ligados ao Master no 1º semestre Quem fatura mais com as eleições? Facebook já recebeu R$ 46,5 milhões Maior aérea do mundo aposta no Brasil com experiência premium e avião novo Resultado da Quina 7116: Veja os números sorteados e se você ganhou Funcionários da Caixa rejeitam proposta final do banco, e greve continua BRB tenta suspender reservas para cobrir prejuízos de ativos do Master Igreja ligada a cunhado de Vorcaro movimentou R$ 57 milhões Banco Central arquiva inquérito e libera bens da antiga Reag Truste Dólar sobe a R$ 5,12 e Bolsa recua com petróleo em queda e deflação no país BTG mira mercado de R$ 50 trilhões com cartão de crédito para empresas FGC pagou R$ 40,2 bilhões a investidores ligados ao Master no 1º semestre
Economia

O que é deflação, que o Brasil registrou em agosto

UOL Economia ·
O que é deflação, que o Brasil registrou em agosto

Deflação é uma redução média dos preços na economia de um país, algo que ocorreu em agosto, por exemplo, no Brasil, quando o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve variação negativa de 0,32%. Segundo economistas, esse evento pode refletir uma economia em desaquecimento ou um ajuste de valores após altas fortes.

Deflação representa uma queda generalizada dos preços de bens e serviços em uma economia. Segundo análises do Banco Central, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) pode, por exemplo, registrar queda influenciada apenas por alguns setores.

Para que ela ocorra, é necessário um recuo contínuo, abrangente e generalizado nos preços. Quedas expressivas em grupos de maior peso à economia, como energia ou combustíveis, podem puxar o índice geral para baixo.

Ainda assim, é possível que os preços de outros itens essenciais continuem em alta ao consumidor. Mesmo com deflação geral, uma alta nos alimentos pode alterar o impacto real para cidadãos comuns, por exemplo.

Queda de preços numa economia é positiva quando é impulsionada por melhorias na produtividade. A chamada deflação de oferta ou de custos acontece quando melhorias nas condições da produção e comercialização permitem que produtos e serviços cheguem mais baratos aos clientes finais. Isso ocorre, por exemplo, com desenvolvimento da tecnologia e da infraestrutura.

Nesse caso, é possível haver redução nos valores de venda sem impactar os lucros das empresas. Nesse caso, a deflação aumenta o poder de compra da população de forma saudável.

Recuo de preços é prejudicial quando é motivado pelo enfraquecimento severo do consumo. O Banco Central destaca que se as famílias percebem que os preços estão caindo, podem adiar compras importantes à espera de valores ainda menores, o que gera a deflação.

Se esse comportamento durar muito tempo, há risco de uma recessão econômica atingir o país. Para evitar prejuízos com produtos parados, indústrias e lojas cortam a produção, congelam contratações, demitem funcionários e têm mais dificuldade para pagar suas dívidas fixas.

Brasil registrou uma deflação de 0,32% em agosto, puxada pelo barateamento da energia elétrica e dos alimentos. O relatório do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que o desconto do Bônus de Itaipu, aplicado quando a usina hidrelétrica tem saldo financeiro positivo, reduziu as contas de luz em 7,63%, beneficiando 83,8 milhões de consumidores. A melhoria de safras do agronegócio fez o preço médio dos alimentos cair pelo terceiro mês seguido.

Passagens aéreas e combustíveis fósseis também ficaram mais baratos no período. A média de preços do setor de transportes recuou 0,86%, impulsionada pela queda de 13,17% no valor de passagens de avião e pela queda média de 0,91% nos combustíveis. O etanol recuou 3,95%, enquanto a gasolina caiu 0,59%.

O aumento expressivo no preço do cigarro evitou uma queda ainda maior na inflação geral. A alta de 19,59% no valor do tabaco fez o grupo de despesas pessoais subir 1,30%.

Ler a notícia completa no UOL Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›