Segunda Divisão Tocantinense terá regras mais rígidas contra cera e reclamações
Novas regras no Brasileirão: entenda o que muda na arbitragem a partir desta rodada A Segunda Divisão do Campeonato Tocantinense terá regras mais rígidas contra atrasos e reclamações na edição deste ano.
O pacote com seis novas medidas foi anunciado pelo presidente da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol do Tocantins (CEAF-TO), Adriano de Carvalho. + Internautas são otimistas e apontam que seleção do TO escaparia da degola na Série A De acordo com o presidente da Comissão, as alterações buscam aumentar o tempo de bola rolando, reduzir o antijogo e exigir mais respeito às decisões da arbitragem.
A entidade destacou que o regulamento alinha o futebol local às diretrizes nacionais de conduta esportiva.
Essas medidas, que visam coibir o antijogo, também passaram a ser adotadas no Campeonato Brasileiro a partir da 23ª rodada.
Segundo dados da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o primeiro fim de semana sob as novas diretrizes já registrou um aumento na média de tempo de bola rolando nos nove primeiros jogos da rodada, sinalizando um impacto positivo. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Novas regras prometem mais dinamismo e disciplina na Segundona Tocantinense Duda Lima Confira as novas regras: Arremesso lateral: a cobrança deverá ser feita em até cinco segundos; caso contrário, a posse de bola será revertida para o adversário.
Tiro de meta: também será limitado a cinco segundos.
Caso o tempo seja excedido, a equipe adversária ganhará um escanteio.
Substituição: o atleta substituído deve deixar o gramado em até dez segundos.
Caso a regra não seja cumprida, o substituto só poderá entrar em campo após um minuto, na primeira paralisação seguinte.
Atendimento médico: o jogador que receber atendimento médico dentro de campo precisará permanecer fora por um minuto.
Se o goleiro for atendido, um jogador de linha (indicado pelo técnico) deverá cumprir a saída temporária de um minuto.
Capitão responsável: apenas os capitães de cada equipe poderão se dirigir ao árbitro para pedir explicações ou tirar dúvidas, com o intuito de evitar aglomerações e protestos coletivos.
Cobrir a boca: o ato de cobrir a boca para fazer provocações ou discussões poderá resultar em expulsão direta com cartão vermelho.
A regra, inclusive, foi aplicada neste domingo (16) na partida entre Vitória e Botafogo, quando o atacante Arthur Cabral acabou expulso após discutir com o técnico Jair Ventura.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.