Homem é condenado por feminicídio e ocultação de líder quilombola
A Justiça da Bahia condenou George Anderson Santos da Silva, conhecido como “Dandan”, a 59 anos, 11 meses e 24 dias de prisão pela morte da líder quilombola Tainara dos Santos.
A sentença foi proferida na madrugada desta 5ª feira (20.ago.2026).
Segundo o MP-BA (Ministério Público da Bahia), que denunciou o caso, a condenação abrange 5 crimes: feminicídio, ocultação de cadáver, ameaça, extorsão e porte ilegal de arma e munição.
A Justiça também determinou o pagamento de R$ 300 mil para reparação de danos às vítimas e aos familiares de Tainara.
Tainara desapareceu em 9 de outubro de 2024, em Cachoeira (BA).
Ela era mãe de duas meninas, uma de 11 anos e outra de 2, e líder do movimento quilombola na região.
O corpo dela nunca foi encontrado.
O Poder360 tentou contatar a defesa do réu.
Porém não obteve sucesso em encontrar um número de telefone ou e-mail válidos para realizar o contato.
Este jornal continuará buscando um posicionamento.
O texto será atualizado caso alguma manifestação seja enviada.
ENTENDA O CASO O MP-BA apontou que Tainara e George Anderson mantiveram um relacionamento por cerca de 5 anos e tiveram uma filha juntos.
Segundo o órgão, a relação era marcada por agressões físicas e psicológicas e Tainara tinha relatado as violências e manifestado o desejo de encerrar o relacionamento.
George Anderson não aceitou o fim da relação e passou a perseguir a ex-companheira.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.