Amor, ambição e finanças: como Calleri e São Paulo driblaram diferenças para selar renovação
São Paulo renova com Calleri e volta ao Morumbis: veja as novidades desta sexta "Eu te amo, São Paulo" Foi assim que Jonathan Calleri se declarou ao clube no encerramento do vídeo que anunciou a renovação de seu contrato até o fim de 2028.
E foi justamente o amor pela camisa tricolor um ingrediente fundamental para que o centroavante se acertasse com o São Paulo. + Siga o canal ge São Paulo no WhatsApp Calleri tinha contrato com o clube até o fim deste ano.
E as negociações para renovar não foram simples.
Inicialmente, o São Paulo e o centroavante estavam muito distantes em questões financeiras.
O camisa 9 pedia um valor considerado alto pelo clube, que oferecia cifras consideradas baixas pelo jogador.
As negociações chegaram a ser consideradas travadas pelas duas partes.
O otimismo inicial deu lugar ao pessimismo que apontava para o fim de um ciclo.
Mas não foi o que aconteceu.
Mais do São Paulo: + Escalação: Artur treina e reforça o São Paulo contra o Coritiba Calleri em cima da trave do Morumbis Divulgação / São Paulo Para explicar essa renovação é preciso construir uma linha do tempo.
As negociações começaram em março, com o São Paulo fazendo uma proposta para o centroavante permanecer no clube.
E Calleri, àquela altura, já havia demonstrado intenção de ficar. + Leia mais notícias do São Paulo Inicialmente, porém, o São Paulo ofereceu valores que não chegaram nem perto do que o centroavante pedia para renovar.
Calleri solicitou, desde o início das conversas, um aumento salarial, o pagamento de luvas (uma premiação por assinar um novo contrato), o pagamento de quantias que estão atrasadas e premiações por metas.
O que mais deixava a renovação distante era o aumento salarial e o pagamento de luvas consideradas, à época, altas pelo São Paulo.
Com o tempo passando e a possibilidade de Calleri assinar com qualquer outro clube de graça, interessados apareceram e embolaram ainda mais as negociações.
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