iPhone 18 Pro: como é usar novo celular que custa de R$ 12 mil a R$ 21 mil? Veja primeiras impressões
g1 testou o iPhone 18 Pro de até R$ 21 mil A Apple começa a vender a nova geração de iPhones nesta sexta (18).
A chegada dos modelos 18 Pro e 18 Pro Max às lojas marca uma mudança na sua linha de produtos.
Afinal, a companhia lança em outubro o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável que vai custar até R$ 31 mil.
E o iPhone 18 "básico" não apareceu nos anúncios da Apple, que diz que focou em inovação neste momento.
Rumores de sites especializados indicam que esse celular só será lançado em 2027.
O Guia de Compras teve acesso antecipado ao iPhone 18 Pro e conta quais são as primeiras impressões do aparelho. 📱Quer comprar melhor? Receba testes e dicas do Guia de Compras toda sexta no seu e-mail.
Desde o lançamento do iPhone 17 Pro, em 2025, os modelos Pro e Pro Max oferecem os mesmos recursos e configurações técnicas.
Só mudam mesmo o tamanho da tela (6,3" no Pro e 6,9" no Pro Max) e a duração estimada da bateria (até 23h no Pro e até 29h no Pro Max, segundo a fabricante). iPhone 18 Pro Henrique Martin/g1 O menor pesa 211 gramas; o maior, 249 gramas.
Por fora, o design não mudou quase nada na comparação com a versão anterior.
Tanto que as capinhas do 17 Pro servem no novo modelo sem problemas. iPhone 18 Pro Max (à esquerda) ao lado do iPhone 18 Pro: mesmo aparelho, formatos diferentes Henrique Martin/g1 Nas cores, um preto bastante fosco e o novo bordô (um tom de vinho que pode ser tão polêmico como o "laranja cósmico" do 17 Pro) são as novidades.
Da geração anterior, se repetem o azul glacial e o prateado em versões repaginadas.
A mudança mais visível é na versão prata, com a traseira seguindo a cor do aparelho na área com o símbolo da marca – no 17 Pro, ela era esbranquiçada. iPhone 18 Pro nas cores preto, glacial, prata e bordô Henrique Martin/g1 A tela, porém, traz uma pequena alteração em comparação aos demais iPhones: a Dynamic Island – ou ilha dinâmica, em português – agora ficou menor.
Cerca de 25%, diz a fabricante.
O motivo da troca: o sensor infravermelho usado pelo reconhecimento facial (FaceID) foi movido para o canto esquerdo do display e fica embaixo da tela.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tecnologia.