As contribuições de Dolly Parton para a ciência e educação
Dona de madeixas loiras volumosas, de figurinos revestidos de strass, de uma personalidade extravagante e de algumas das letras mais conhecidas da história da música popular, Dolly Parton morreu aos 80 anos na última terça-feira (25).
A equipe da rainha do country revelou que a causa da morte foi um câncer diagnosticado recentemente.
Desde então, os dias têm sido marcados por homenagens de familiares, amigos e, principalmente, fãs de todo o mundo.
Na morte, assim como em vida, Dolly se mostra uma figura unificadora em meio a um mundo tão polarizado.
Seu legado é celebrado tanto pela Casa Branca e pela família real britânica, quanto por artistas, pela comunidade LGBTQIA+ e também pela comunidade científica.
Nascida no Tennessee, a quarta filha de uma família de 12 cresceu em uma casa de um único quarto numa região rural de extrema pobreza.
Ainda na infância, Dolly começou a compor baladas e a cantar em rádios locais – em uma época em que era ainda difícil ver mulheres terem sucesso na música country, e ainda mais difícil que elas também se consolidassem como compositoras.
A cantora veio a ter uma das carreiras mais bem sucedidas na história do gênero musical.
Mesmo assim, jamais esqueceu suas origens e fez desse sucesso um meio para ajudar causas beneficentes.
Conheça algumas: Continua após a publicidade Vacina para câncer? Tratamento pode impedir retorno do melanoma Dollywood Foundation O pontapé inicial de Dolly na filantropia começou em sua cidade natal , Sevier County.
Em 1988, buscando reduzir a taxa de evasão escolar da região, a cantora criou o Dollywood Foundation.
A fundação apoia iniciativas para manter as crianças na escola e para garantir a alfabetização infantil.
Desde a sua criação, o principal projeto da organização, a Imagination Library – que começou como uma iniciativa local – , já presenteou mais de 270 milhões de livros à crianças menores de cinco anos nos EUA, no Canadá, no Reino Unido, na Irlanda e na Austrália.
Continua após a publicidade Hoje, uma em cada seis crianças americanas com menos de cinco anos, independente de renda, recebe livros da biblioteca, segundo a própria organização.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.