Patinetes em Curitiba: tudo que você precisa saber para alugar e passear pela cidade
A operação de patinetes elétricos em Curitiba terá contrato de cinco anos e vai gerar dois tipos de pagamento à Prefeitura. Ela receberá, da empresa JETSHR Ltda, R$ 32 por ano para cada equipamento cadastrado e R$ 0,20 por viagem realizada. As informações foram prestadas pelo Executivo à Câmara Municipal de Curitiba em resposta a um pedido de informação oficial. No documento, a Prefeitura trata das regras para estacionamento, acessibilidade, segurança e fiscalização do serviço.
À Câmara de Curitiba, o Executivo afirmou que, por contrato, os patinetes poderão circular a até 20 km/h. Para novos usuários, o limite será reduzido para até 15 km/h nas cinco primeiras viagens ou nos primeiros 30 minutos de uso. Em locais onde a circulação junto aos pedestres for autorizada e sinalizada, a velocidade máxima não poderá ultrapassar 6 km/h.
Atualmente, os patinetes não podem circular no Calçadão da rua XV de Novembro, nas praças Osório, Rui Barbosa e Santos Andrade e no Passeio Público. Segundo a Prefeitura, nesses locais havia limite de 6 km/h no início da operação, mas conflitos com o fluxo de pedestres levaram ao bloqueio da circulação.
A Prefeitura de Curitiba confirmou, no documento, que a Urbanização de Curitiba (Urbs) será responsável pela fiscalização. Os usuários também podem comunicar irregularidades pela Central 156 e por outros canais oficiais da Urbs. Quando um patinete estiver estacionado de forma irregular ou houver aglomeração de equipamentos, a empresa deve fazer o recolhimento ou reposicionamento até 60 minutos após o aviso, podendo ser um tempo menor em situações mais graves.
O descumprimento das regras podem levar a advertência, multa, suspensão da operação ou descredenciamento da empresa. Além disso, o usuário que estacionar o patinete de forma irregular também pode ser advertido, ter o cadastro bloqueado temporariamente ou até mesmo cancelado (ofício 1979/2026). Os locais de estacionamento devem ter uma faixa livre de pelo menos 1,20 metro nas calçadas e os equipamentos não podem bloquear rampas, travessias, esquinas, acessos, sinalização ou rotas acessíveis.
O serviço lançado nesta sexta-feira é contratado pelo aplicativo Go Jet, disponível para Android e iOS e com cadastro pelo celular. Os preços de lançamento em Curitiba começam em R$ 0,99 de desbloqueio e a tarifa inicial é de R$ 0,39 por minuto. Os valores são dinâmicos e com valores atualizados sempre visíveis na própria plataforma antes da confirmação do aluguel.
Para usuários frequentes, estão disponíveis pacotes de minutos (15, 30, 60, 100 e 200 minutos), com validade de até 30 dias. Outra solução disponível no aplicativo é o Jet Plus, plano de assinatura mensal voltado a quem incorpora a micromobilidade à rotina diária, disponível por R$ 9,99 por mês. O plano inclui desbloqueios gratuitos em cada viagem e descontos de até 20% na compra de pacotes de minutos. Os créditos podem ser recarregados diretamente pelo aplicativo, com cartão de crédito ou Pix.
As informações prestadas pela Prefeitura de Curitiba são uma resposta a pedido de informação elaborado pela vereadora Professora Angela, do PSOL (062.01231.2026).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.