Open Energy: Energia vai funcionar igual aos bancos no Brasil — só falta a Aneel decidir quando
Consumidores conectados em alta tensão podem escolher de qual comercializadora comprar energia desde janeiro de 2024.
Isso significa que negociam preço, prazo e condições livremente com a empresa que os interessar, seja ela Enel , CPFL ou qualquer outra.
Os usuários residenciais, no entanto, ainda não têm essa opção — ao menos, até o momento.
Esse direito deve chegar aos consumidores residenciais até novembro de 2028, prazo previsto para a abertura do mercado livre ao público.
Apesar disso, escolher um fornecedor é uma coisa.
Ter os dados necessários para comparar as ofertas é outra.
É aí que o Open Energy entra em campo para mudar o jogo.
O que é o Open Energy? O Open Energy é uma estrutura ainda sem regulamentação definitiva que daria ao consumidor acesso e controle sobre os próprios dados de consumo de energia , para compartilhar — ou não — em busca de melhores propostas.
A Agência Nacional de Energia Elétrica ( Aneel ) começou a discutir formalmente a regulamentação em fevereiro de 2025.
A proposta colocada em consulta pública previa que o consumidor tivesse acesso aos próprios dados a partir de dezembro daquele ano.
Mais de um ano depois, porém, a regulamentação definitiva ainda não foi publicada.
Ou seja, o cronograma original da proposta não foi cumprido.
A discussão sobre o Open Energy está, inicialmente, concentrada nos consumidores que já podem participar do mercado livre.
Desde 2024, todos os consumidores do Grupo A, atendidos em alta tensão, podem optar pela migração para o ambiente de contratação livre.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.