'Imposto do pecado' vai atrasar mais que o esperado e mudará em 2028
O cenário que se desenha para a reforma tributária em 2027, independentemente do resultado das urnas no domingo (25), é a implementação da nova contribuição sobre bens e serviços em 1º de janeiro, a flexibilização nas regras de adaptação por alguns meses e o adiamento da cobrança do Imposto Seletivo -que em alguns casos ficará para 2028.
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