Justiça mantém prisão preventiva de Deolane Bezerra
Influenciadora é suspeita de lavagem de dinheiro, associação com o tráfico de drogas e de fazer parte da facção criminosa PCC
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A Justiça de São Paulo decidiu manter nesta quarta-feira, 27, a prisão preventiva da influenciadora Deolane Bezerra e dos demais réus da da Operação Vérnix , que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Desde 21 de maio, Deolane está presa no Pavilhão Especial da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo.
Na decisão, a 3ª Vara de Presidente Prudente concluiu que permanecem presentes os requisitos para a prisão preventiva, entre eles a necessidade de garantir a ordem pública e econômica, a conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal. A Justiça também apontou o risco de continuidade das atividades de lavagem de dinheiro e a existência de indícios de atuação estruturada e permanente de uma organização criminosa.
A Justiça ainda determinou a continuidade das buscas e das capturas de Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho , considerados foragidos. Os dois são sobrinhos de Marcola , apontado como uma das principais lideranças do PCC.
A influenciadora é suspeita de lavagem de dinheiro, associação com o tráfico de drogas e de fazer parte da facção criminosa PCC.
Segundo o inquérito, entre 2018 e 2021, Deolane recebeu mais de R$ 1 milhão em depósitos fracionados abaixo de R$ 10 mil, prática conhecida como “smurfing” , usada para dificultar o rastreamento financeiro.
Investigadores identificaram cerca de 50 depósitos em empresas ligadas à influenciadora que somaram aproximadamente R$ 716 mil.
A Polícia Civil afirma não ter encontrado contratos ou registros de prestação de serviços advocatícios que justificassem parte das movimentações financeiras. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 27 milhões ligados à influenciadora.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.