Polícia investiga como latrocínio morte de engenheiro agredido após ato pró-Lula
Grupo fez live agredindo e roubando engenheiro que se afastou de ato pró-Lula A Polícia Civil de Santos, no litoral de São Paulo, investiga a morte do engenheiro Marcelo de Oliveira Rocha, agredido por um grupo de criminosos após participar de um ato político pró-Lula, como latrocínio.
Marcelo participava de uma apresentação da Banda Esquerdantina, em apoio à reeleição do presidente Lula (PT), na madrugada deste sábado (24).
Ele se afastou do evento para ir ao banheiro, quando foi abordado e agredido por ao menos sete homens, que gravaram o crime (veja acima).
O jovem chegou a ser socorrido, mas teve a morte cerebral confirmada dias depois. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.
O boletim de ocorrência havia sido registrado como lesão corporal, mas a natureza do crime foi alterada após a morte de Marcelo.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso passou a ser investigado como latrocínio porque o celular e outros pertences do homem foram levados pelos agressores.
O pai da vítima, Marcelo Rodrigues da Rocha, informou ao g1 que não foi procurado pela polícia até o momento, mas lutará por uma investigação completa para que os responsáveis respondam na Justiça.
Embora a motivação da agressão ainda não tenha sido esclarecida, a Esquerdantina manifestou repúdio à homofobia.
Conforme apurado pelo g1, a família também acredita que o crime possa ter relação com homofobia ou ato político.
Marcelo de Oliveira Rocha foi agredido após se afastar de um ato político pró-Lula em Santos Redes sociais Investigação Conforme a SSP-SP, a equipe do 4º Distrito Policial (DP) está empenhada em identificar e localizar os agressores da vítima.
Para isso, os policiais analisam imagens de câmeras de monitoramento e de redes sociais do momento em que Marcelo foi abordado e agredido.
Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, foi abordado por ao menos sete homens em Santos, SP Reprodução/Instagram Os investigadores também trabalham a partir de depoimentos de testemunhas para individualizar a conduta de cada agressor.
Questionada pela equipe de reportagem, a SSP-SP não informou se apura a possibilidade de crimes de ódio.
O caso Segundo testemunhas ouvidas pelo g1, os amigos estranharam a demora de Marcelo no banheiro e começaram a procurá-lo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.