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Renda fixa, ações, Selic e dólar: as estratégias para o investidor atravessar as eleições sem perder dinheiro

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As eleições no Brasil costumam testar a frequência cardíaca dos investidores.

À medida que o pleito de outubro se aproxima, a volatilidade assume o controle dos mercados : discursos de campanha fazem o dólar oscilar, declarações sobre metas fiscais balançam a curva de juros e as pesquisas de intenção de voto movimentam a bolsa em questão de minutos.

Em meio a esse mar de ruídos, é possível posicionar o dinheiro sem ficar à mercê do resultado das urnas? Para responder a essa questão, a equipe de análise da Empiricus Research mapeou as forças que vão mover o mercado no período eleitoral.

O diagnóstico aponta para um divisor de águas crucial: a trajetória das contas públicas .

A casa de análise desmembrou dois cenários: com ajuste fiscal, destacando o caminho da convergência e do rali dos ativos domésticos; e sem ajuste fiscal, com risco da ruptura, inflação e pressão cambial — e mostra como construir uma carteira para atravessar a tempestade e prosperar em qualquer um dos dois desfechos.

Cenário 1: governo ajusta as contas públicas O primeiro ponto que a Empiricus destaca é que o Brasil não enfrenta uma crise imediata de financiamento, mas a combinação de déficit primário, juros elevados e dívida ascendente mantém um prêmio fiscal relevante nos ativos.

Por isso, o time de análise acredita que um programa crível de ajuste fiscal, com foco em despesas e execução plurianual poderia iniciar uma reprecificação expressiva pela curva longa, transmitindo depois para o câmbio e para a bolsa.

No cenário em que o governo vence as eleições (ou é reeleito) sinaliza compromisso firme com o controle de gastos, respeito ao arcabouço fiscal e reformas estruturais, o mercado reage com rápida redução do prêmio de risco-país.

QUER INVESTIR MELHOR? Entre para o clube de investidores do Seu Dinheiro e atinja um novo patamar no mercado financeiro Telefone VEJA AQUI Quando a trajetória da dívida pública é percebida como sustentável, abre-se espaço para o Banco Central cortar a taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 14% ao ano, ou manter expectativas ancoradas, aliviando o custo do crédito em toda a economia.

Por isso, a Empiricus recomenda títulos IPCA+ longos e setores domésticos sensíveis à queda da Selic.

Mas a casa alerta que, embora a assimetria seja positiva porque os preços já incorporam juros elevados, incerteza eleitoral e prêmio fiscal, a implementação depende da confirmação do anúncio inicial do ajuste das contas públicas para evitar a devolução do rali.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

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