Extreme Group tem apetite para novas aquisições
Gustavo Rabelo, CEO do Extreme Group | Foto: Divulgação Seis meses depois de anunciar sua mais recente aquisição, o Extreme Group continua de olho em oportunidades de empresas para integrar o seu ecossistema.
O grupo de tecnologia concluiu em fevereiro a aquisição da GPS IT , de consultoria e implementação de sistemas, e agora busca outras companhias que possam agregar ao seu portfólio em áreas como cibersegurança, por exemplo.
Fundado em 2014, o grupo nasce da empresa Extreme Digital Solutions (EDS) .
Em 2019, Gustavo Rabelo assume como CEO, vindo de uma trajetória em big techs como Oracle e IBM , com a missão de desenhar os próximos cinco anos de crescimento da empresa.
As primeiras aquisições começam em 2020, com a incorporação da Beyond (produtos digitais) e da Pointer (ambientes multinuvem e DevSecOps).
Em 2023, a empresa transforma sua célula de Digital Experience em uma companhia própria, a EDX .
Desde então, a estratégia de crescimento ganhou novas frentes.
No início deste ano, além da aquisição da GPS IT , o grupo anunciou a criação da Volund , empresa nascida de um spin-off da Beyond sediada no Porto Digital , em Recife, e focada em engenharia de software com uso intensivo de inteligência artificial.
O grupo também incorporou uma consultoria que deu origem à Bora! , com a proposta de apoiar organizações na integração entre tecnologia, pessoas e resultados.
Em entrevista ao Startups , Gustavo Rabelo, CEO do Extreme Group , conta que ainda existe apetite por mais aquisições que complementem o portfólio e a empresa também pode usar a estratégia de M&As como uma forma de acelerar o crescimento de unidades que já existem dentro da companhia.
“Além do crescimento orgânico, temos a nossa frente de crescimento inorgânico, onde começamos a olhar empresas que se pautassem dentro dos três pilares: gente muito boa em tecnologias globais, gente muito boa de serviços e gente muito boa de criação de produtos próprios”, explica o executivo.
Entre as áreas com oportunidades de crescimento para o grupo, ele identifica o segmento de cibersegurança.
Apesar de parte desse mercado já estar coberto pela GPT IT, Gustavo afirma que ainda existe espaço para ampliar a presença do grupo em mercados específicos, como a chamada segurança lógica.
“Isso aqui é 15%, 20%, do que é o mundo da cibersegurança.
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