Ibovespa recua com pressão de Vale e bancos; Nasdaq vai a máxima histórica
O Ibovespa futuro abriu em baixa nesta terça-feira (22), enquanto o dólar abriu em alta.
A 12 dias da eleição, os investidores se voltam nesta manhã para o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na abertura da Assembleia Geral da ONU.
Segundo pesquisa Quaest, o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 42%, e o presidente Lula, com 41%, estão empatados em eventual segundo turno da disputa.
No levantamento passado, Flávio aparecia com os mesmos 42%, enquanto Lula marcava 40%.
Além da eleição, o mercado monitora as pistas sobre a Selic na ata do Comitê de Política Monetária (Copom) hoje.
A autoridade do Banco Central afirmou na ata que "a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta".
O colegiado destacou que o contexto atual apresenta "incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços".
O Ibovespa futuro caía 0,54%, aos 187.325 pontos, às 9h O dólar comercial avançava 0,17%, a R$ 5,12, no mesmo horário No exterior, os indicadores futuros de ações americanas diminuíram as perdas e as ações europeias passaram do campo negativo para o positivo, após a agência japonesa Kyodo noticiar que o Irã se ofereceu para reabrir o Estreito de Ormuz em até sete dias, o que faz o preço do petróleo desabar.
Os investidores estão atentos a uma possível solução diplomática para o conflito entre os Estados Unidos e o Irã, após a notícia também de que o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, viajará para a a ONU.
Ele discursará na assembleia e apresentará as posições do Irã sobre o conflito.
Existe a possibilidade de um encontro do chefe iraniano com o presidente americano, Donald Trump.
O mercado está atento ao discurso do presidente americano na Assembleia Geral da ONU também.
Estão no foco hoje também discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), em busca de indicativos sobre os juros.
Na semana passada, o Fed aumentou os juros pela primeira vez em três anos, em um momento em que os EUA enfrentam dificuldades para controlar uma inflação persistente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.