Clima Econômico da América Latina sobe no 2º tri ante o 1º tri
Indicador da FGV cresceu de 73,0 para 83,7 pontos no período; em 12 meses, a média ficou em 83,0 pontos
O ICE (Indicador de Clima Econômico) da América Latina subiu de 73,0 pontos no 1º trimestre para 83,7 pontos no 2º trimestre. A alta foi de 10,7 pontos. Os dados são da FGV (Fundação Getulio Vargas) e foram divulgados nesta 5ª feira (20.ago.2026). Eis a íntegra (935 kB – PDF).
Em 12 meses, a média do indicador ficou em 83,0 pontos, ou seja, 1,4 ponto acima do observado no 1º trimestre.
Entre as principais economias da região, a FGV destacou o crescimento do ICE na Argentina, que passou de 68,3 pontos no 1º trimestre para 123,1 pontos no 2º trimestre, ou seja, alta de 54,8 pontos no período.
O Brasil também teve melhora do indicador, embora tímida. Subiu de 72,2 pontos para 76,9 pontos.
O México foi o único a caminhar em direção oposta. Caiu de 60,1 pontos para 56,9 pontos na comparação trimestral.
Em relação às projeções de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) para a América Latina, a expectativa para 2026 não sofreu alterações em relação ao 1º trimestre, permanecendo em 1,9%. A estabilidade regional esconde variações em direções opostas nos países da região. Do lado positivo, destacaram-se Brasil e Colômbia. Do lado negativo, Chile e Bolívia registraram as maiores revisões.
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