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Rock in Rio: Arklok mantém tecnologia por trás do espetáculo que não pode parar

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Rock in Rio: Arklok mantém tecnologia por trás do espetáculo que não pode parar

Por sete dias, um espaço de 385 mil metros quadrados na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, se transforma em uma das cidades mais populosas do Brasil.

Mais de 100 mil pessoas cruzam seus portões diariamente, um contingente maior do que 94% dos municípios brasileiros, gerando 34 mil empregos diretos e indiretos e recebendo mais de 1,3 mil artistas em seus palcos.

É o Rock in Rio , o maior festival de música do mundo, que acontece de 4 a 13 de setembro .

E por trás da música, dos shows e da multidão, existe uma outra cidade, feita de cabos, servidores, tablets e catracas: a infraestrutura tecnológica que garante que, entre um show e outro, nada, absolutamente nada, pare.

Quem constrói essa cidade invisível, pela segunda vez consecutiva, é a Arklok .

E quem conta essa história é Renan Torres, CRO da empresa , em uma conversa que começa com hardware e termina falando de confiança, o verdadeiro ativo de missão crítica.

De acordo com o executivo, a Arklok fornece ao festival tablets, celulares, notebooks, desktops, telas e impressoras, mas o que a empresa realmente entrega é disponibilidade.

“É realmente um ambiente de missão crítica durante poucos dias”, diz ele.

“Durante sete dias, não se pode falhar um minuto que seja.” A comparação que ele usa é potente.

Parar a operação equivale a parar uma cidade inteira, encapsulada em poucos metros quadrados, com toda a energia humana e todo o risco de tumulto que uma multidão concentrada carrega.

Essa cidade tecnológica não nasce nem acaba com os shows.

Os equipamentos chegam cerca de um mês antes do evento e só saem um mês depois, porque, antes das apresentações, existe o Rock in Rio Academy, existem visitas guiadas de estudantes, existem delegações internacionais que fazem benchmarks do festival, além dos testes preventivos.

A cidade é construída, testada, ajustada, e só então é aberta ao público.

Prever a falha antes que ela aconteça De acordo com Torres, todo equipamento da Arklok no Rock in Rio sai de fábrica com o software de inventário instalado, monitorando consumo de memória, disco e processamento em tempo real, nível de bateria e geolocalização de cada máquina.“Sabemos que máquina vai acabar a bateria se [o usuário] não tomar uma ação.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em itforum.com.br — o conteúdo pertence a IT Forum.

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