Meta faz acordo de US$ 16 bi nos EUA sobre danos causados por redes sociais
A Meta fecha um acordo com procuradores-gerais de 29 estados dos EUA para encerrar um processo sobre segurança infantil no Facebook e no Instagram.
Meta aceitou pagar até US$ 16,68 bilhões (cerca de R$ 86 bilhões) para encerrar o caso. A empresa nega irregularidades ao firmar o acordo.
Acerto prevê um (termo de compromisso homologado pela Justiça com mudanças nos aplicativos. Entre as exigências estão limites diários de uso e "bloqueios noturnos" para adolescentes, além de novas ferramentas para pais e responsáveis.
Documento do acordo também cita medidas reforçadas de verificação de idade para impedir que crianças usem os apps. O texto foi revelado em um protocolo apresentado ao tribunal na quarta-feira.
A notícia do acordo repercutiu no mercado financeiro. As ações da empresa subiam 5% no pré-mercado após a divulgação, informou a CNBC.
O caso estava em julgamento federal em Oakland, na Califórnia, e entrou na segunda semana. A ação reúne um grupo bipartidário de 29 procuradores-gerais estaduais, liderado pelo procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, com apoio de Colorado, Nova Jersey e Kentucky.
O processo tem origem em uma ação de 2023 que acusa a empresa de minimizar danos à saúde mental de crianças ligados aos aplicativos. A acusação envolve alegações de que a Meta teria distorcido a dimensão desses impactos em produtos como Facebook e Instagram.
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