Braskem (BRKM5), Vale (VALE3), Marcopolo (POMO4) e outros destaques desta sexta (28)
O processo da Defensoria Pública da União (DPU) contra a Braskem ( BRKM5 ) e a União, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de tributar os lucros da Vale (VALE3) no exterior e a pressão sobre os resultados da Marcopolo (POMO4) no segundo trimestre de 2026 são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (28).
Confira o Radar do Mercado Braskem (BRKM5) pode ganhar mais um problema – agora da Defensoria Pública da União A Defensoria Pública da União (DPU) abriu processo contra a Braskem ( BRKM5 ) e a União, citando prejuízo de R$ 5 bilhões ao patrimônio mineral decorrente da interrupção das atividades de mineração de sal-gema em Maceió.
A DPU afirma que há indícios “de que a empresa praticou lavra ambiciosa, modalidade de exploração que desrespeita os planos de lavra e compromete o aproveitamento econômico da jazida”.
Saiba mais STF forma maioria para tributar lucros da Vale no exterior O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria favorável à tributação de lucros obtidos por controladas da Vale (VALE3) no exterior.
O processo é julgado em sessão virtual que começou no dia 21 de agosto e vai até esta sexta (28).
Até o momento, o placar está em 6 a 4 a favor da incidência de IRPJ e CSLL sobre os lucros das controladas da empresa brasileira na Bélgica, Dinamarca e Luxemburgo.
A Receita Federal projetava, em caso de derrota, uma perda de R$ 22 bilhões para os cofres públicos.
O valor contempla um ano de não recolhimento e a devolução de tributos relativos aos últimos cinco anos.
Saiba mais Marcopolo (POMO4) admite 2º semestre mais difícil após resultados do 2T26; CEO fala sobre ‘margem menor’ e perspectivas para dividendos A Marcopolo (POMO4) admite que espera um segundo semestre mais difícil em rentabilidade, haja vista a reação negativa do mercado aos números mais recentes da companhia.
Depois que a empresa divulgou os resultados do 2T26 , em 3 agostos, as ações tombaram cerca de 25%, de R$ 5,37 para uma mínima de R$ 4,05.
Nos últimos dias, os papéis reagiram um pouco, mas ainda seguem abaixo do patamar de R$ 4,50.
Saiba mais Operadores querem renovar frota, mas crédito e juros são entraves, diz CEO da Marcopolo (POMO4); como a empresa contorna isso? Os juros elevados estão dificultando a renovação das frotas de ônibus no Brasil e em outros mercados onde a Marcopolo (POMO4) atua, mesmo com os operadores ainda interessados em comprar veículos novos.
O problema, segundo André Armaganijan , CEO da companhia, é que muitos clientes já consumiram seus limites de crédito em ciclos anteriores de renovação e agora têm pouco espaço financeiro para novos investimentos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.