A cadeia econômica por trás do botijão: como o GLP sustenta 330 mil empregos
O botijão de gás é um produto presente na rotina de milhões de brasileiros.
São 33,5 milhões de botijões vendidos todos os meses no Brasil.
Segundo o GLP em Movimento , relatório trimestral produzido pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) com dados consolidados do setor, essa cadeia reúne 330 mil empregos diretos e indiretos e recolheu R$ 11,1 bilhões em impostos em 2025.
Por trás desse volume estão 19 distribuidoras autorizadas, 59 mil revendas, 37 empresas de requalificação de recipientes e 11 fabricantes de botijões.
Essa infraestrutura é o que garante a entrega de 13 botijões por segundo, porta a porta, em todo o país.
A operação envolve envase, movimentação, transporte, revenda, fabricação, manutenção e serviços especializados.
Onde a cadeia continua investindo Em razão dessa dinâmica, as empresas que participam desse mercado investem constantemente em melhorias, como aponta o Sindigás.
Somente em manutenção e aquisição de novos recipientes de 13 kg, as distribuidoras associadas ao sindicato direcionaram R$ 1,4 bilhão em 2025.
Mensalmente, cerca de 1,9 milhão de botijões passam por requalificação, processo que inclui verificações e testes destinados a avaliar as condições dos recipientes.
O investimento também alcança a infraestrutura necessária para armazenar e movimentar o produto.
O segmento de distribuição conta com 162 mil m³ de capacidade de armazenamento, distribuídos em 188 instalações e 1.284 tanques de estocagem, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) citados em estudo do Grupo de Economia da Energia (GEE), centro de pesquisa vinculado ao Instituto de Economia da UFRJ em parceria com a Faculdade de Economia da UFF.
Tecnologia que muda a distribuição O estudo do GEE também aborda como a distribuição de GLP vem incorporando tecnologias digitais e novos modelos de negócio.
De acordo com os pesquisadores, ferramentas de tecnologia da informação vêm alterando rotinas da distribuição e aproximando o consumidor das empresas.
Entre os exemplos estão postos de autosserviço e vending machines, desde que inseridos em um ambiente regulatório que preserve a segurança da operação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.