Raízen prevê emitir ações e captar até R$ 39,8 bilhões
A Raízen divulgou novos detalhes sobre a proposta de aumento de capital privado, que prevê a captação de R$ 3,5 bilhões a R$ 39,79 bilhões.
A Raízen definiu as condições para a emissão de novas ações ordinárias, preferenciais e Units. A operação faz parte do processo de capitalização da companhia e prevê o valor mínimo de R$ 3,5 bilhões e o máximo de R$ 39,79 bilhões.
Os papéis ordinários e preferenciais classe B terão preço de emissão de R$ 0,25 cada. Já as Units, compostas por uma ação ordinária e uma preferencial classe A, serão vendidas pelo valor de R$ 0,50 cada.
A data de corte para garantir o direito de preferência dos acionistas foi fixada em 6 de novembro de 2026. A partir do dia 9 de novembro, as ações passarão a ser negociadas sem o direito de subscrição na B3.
O prazo para o exercício da preferência na compra vai de 9 de novembro a 8 de dezembro de 2026. A empresa recomenda que os acionistas considerem a subscrição de Units, por projetar que elas terão maior liquidez no mercado após a conclusão da operação.
A Cosan informou que não vai exercer o seu direito de preferência na subscrição das ações PNB. O percentual não utilizado pela Cosan poderá ser subscrito pelos demais acionistas da companhia.
Os recursos obtidos no aumento de capital serão destinados ao plano de recuperação extrajudicial da empresa. O plano foi homologado pela Justiça em junho de 2026 para reorganizar os débitos e reestruturar o negócio.
A partir de 3 de novembro de 2026, as ações preferenciais RAIZ4 mudarão para o código RAIZ55. A alteração envolve um fator de cotação de 100 ações e lote padrão de 100 papéis na B3, sem alterar o valor total da posição dos investidores.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.