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Europeus guardam cada vez mais dados sensíveis nos dispositivos, mas proteção continua aquém

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Europeus guardam cada vez mais dados sensíveis nos dispositivos, mas proteção continua aquém

Fotografias, documentos de identificação, palavras-passe, dados bancários e até históricos de conversas com ferramentas de inteligência artificial.

Os dispositivos móveis deixaram há muito de servir apenas para comunicar e transformaram-se em autênticos cofres digitais.

A conclusão é de um estudo internacional da Kaspersky, que alerta para uma realidade preocupante: a quantidade de informação sensível armazenada pelos europeus continua a aumentar, mas a proteção desses dados permanece insuficiente.

Ao contrário do que acontece no resto do mundo, o computador continua a ser o principal equipamento utilizado para navegar na Internet na Europa.

Segundo o estudo, 56% dos europeus utilizam sobretudo o computador para aceder à rede, enquanto apenas 40% apontam o smartphone como principal dispositivo.

Globalmente, a tendência é inversa: 58% dos inquiridos recorrem principalmente ao telemóvel.

A exceção é a Geração Z.

Entre os jovens dos 18 aos 28 anos, cerca de dois terços (67%) utilizam o smartphone como principal porta de entrada para a Internet, confirmando a crescente dependência dos dispositivos móveis nas gerações mais novas.

À medida que aumenta essa utilização, cresce também o volume de informação armazenada.

As fotografias e os vídeos pessoais são os conteúdos mais comuns, presentes em 61% dos dispositivos dos inquiridos europeus.

Seguem-se os contactos (57%), as mensagens e o histórico de conversas (41%) e documentos pessoais, como cartões de identificação ou passaportes digitalizados, guardados por 29% dos utilizadores.

Fonte: Kaspersky O estudo revela ainda que o telemóvel é cada vez mais utilizado para fins profissionais.

Cerca de 28% dos participantes afirmam guardar nos seus equipamentos e-mails, calendários ou credenciais de acesso a sistemas empresariais, refletindo uma crescente diluição da fronteira entre vida pessoal e trabalho.

Também as credenciais financeiras e de acesso a contas digitais estão armazenadas em cerca de um terço dos dispositivos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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