Inês Rocha de Gouveia: “As novas gerações talvez sejam menos resilientes do que as gerações acima, mas têm compromisso com o propósito”
Inês Rocha de Gouveia, presidente da Fundação Santander, é a 91ª convidada do podcast “E Se Corre Bem?” .
Desde pequenina que gostava de desenhar e pintar para expressar sentimentos e digerir emoções.
Achava, por isso, que o seu sonho era ser pintura.
No entanto, mais tarde, acabou por escolher gestão e, apesar de ainda desenhar com o mesmo propósito, acabou por encontrar a sua vocação profissional na gestão de pessoas. .errordiv { padding:10px; margin:10px; border: 1px solid #555555;color: #000000;background-color: #f8f8f8; width:500px; }#advanced_iframe {visibility:visible;opacity:1;vertical-align:top;}.ai-info-bottom-iframe { position: fixed; z-index: 10000; bottom:0; left: 0; margin: 0px; text-align: center; width: 100%; background-color: #ff9999; padding-left: 5px;padding-bottom: 5px; border-top: 1px solid #aaa } a.ai-bold {font-weight: bold;}#ai-layer-div-advanced_iframe p {height:100%;margin:0;padding:0} var ai_iframe_width_advanced_iframe = 0;var ai_iframe_height_advanced_iframe = 0;var aiOnloadScrollTop="true";var aiShowDebug=false; if (typeof aiReadyCallbacks === 'undefined') { var aiReadyCallbacks = []; } else if (!(aiReadyCallbacks instanceof Array)) { var aiReadyCallbacks = []; } function aiShowIframeId(id_iframe) { jQuery("#"+id_iframe).css("visibility", "visible"); } function aiResizeIframeHeight(height) { aiResizeIframeHeight(height,advanced_iframe); } function aiResizeIframeHeightId(height,width,id) {aiResizeIframeHeightById(id,height);} var ifrm_advanced_iframe = document.getElementById("advanced_iframe");var hiddenTabsDoneadvanced_iframe = false; function resizeCallbackadvanced_iframe() {} “ Eu vejo a pintura e o desenho como uma tentativa de abstração para entender melhor as coisas.
Há pessoas que escrevem tudo, há pessoas que falem e leem em voz alta, mas eu, quando tenho algo muito interessante em mim, tento fazer um desenho.
Sempre gostei de construir coisas, transformar, mobilizar, portanto, quando pensei no que ia fazer, escolhi gestão .
Mas um dia mais tarde quero licenciar-me em pintura”, começou por dizer.
Depois de se licenciar em gestão, quis começar a sua carreira numa multinacional e acabou por entrar na Moulinex, “que fez uma parceria com a Krups e lançou a Nespresso”: “ Foi muito giro porque era um modelo sem lojas, mas eu queria mesmo era criar e ir de encontro ao cliente.
Na altura, estavam na moda as telecomunicações e eu acabei por ir para a TMN “.
Na TMN, estava a “desenvolver capacidades muito analíticas”, relacionadas com a política de preços, “que era muito complicada”, mas adorava esse desafio.
No entanto, apesar de se estar a “sentir muito bem” na empresa, recebeu um convite que acabou por mudar para sempre a sua vida: “Fui desafiada pelo BPI e foi uma mudança grande”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.