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Vaiado, Flávio Bolsonaro abandona São Januário antes do fim de derrota do Vasco para o Santos

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Vaiado, Flávio Bolsonaro abandona São Januário antes do fim de derrota do Vasco para o Santos

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) foi ao estádio de São Januário neste domingo (16) para acompanhar o jogo do seu time, o Vasco, contra o Santos.

Contudo, a visita terminou em uma dupla frustração, já que a equipe cruz-maltina foi derrotada por 3 a 0 e o parlamentar ainda ouviu vaias e questionamentos da arquibancada.

Acompanhado de Douglas Ruas, candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro, Flávio tentou capitalizar politicamente o evento.

Antes de a bola rolar, ele revelou ao blog de Diogo Dantas, do jornal O Globo , que havia ido ao vestiário abraçar o atacante Neymar, do Santos.

“O combinado foi o seguinte: o Neymar mete um golzinho, mas o Vasco mete dois ou três”, brincou o candidato, que também se encontrou com o presidente do clube carioca, Pedrinho.

A realidade nas arquibancadas, no entanto, foi diferente do clima amistoso dos bastidores.

Embora tenha recebido aplausos isolados, Flávio foi alvo majoritário de vaias e xingamentos por parte da torcida vascaína, segundo o diário carioca .

Diante do revés do time em campo e da hostilidade do público, a saída do candidato ocorreu de forma discreta, ignorando a imprensa e os torcedores.

Leia também: O “método Ted Lasso” funciona na vida real? A ciência responde Lançamento da campanha de Flávio Bolsonaro Mais cedo, em ato de campanha que ocupou apenas um quarteirão da Avenida Atlântica , Flávio criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), um dos motes de sua campanha, e mencionou o pai.

“Hoje Bolsonaro não pode estar aqui com a gente, como a televisão está transmitindo, quero mandar um recado, um homem de bem, honesto e incorruptível: volta, Bolsonaro”, afirmou.

Ele ainda fez uma referência a um ídolo do Santos e do futebol mundial em seu discurso.

“É difícil comparar o filho do Pelé com o Pelé.

E eu estou aqui com toda a humildade, aceitando essa missão que o presidente Bolsonaro me passou porque eu tenho a convicção que há um propósito de Deus pro nosso País”, disse.

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