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'Onde deveria estar': Aston Martin promete melhora e briga por pontos na F1

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'Onde deveria estar': Aston Martin promete melhora e briga por pontos na F1

Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Se a primeira metade da temporada foi terrível para a Aston Martin, o último GP antes da pausa da Fórmula 1 deixou esperança de uma melhora, que pode se concretizar com mais atualizações vindo para a segunda parte de 2026.

No GP da Hungria, a equipe de Lawrence Stroll trouxe um carro praticamente novo, apresentou uma evolução surpreendente e terminou com seus pilotos na 13ª e 14ª colocações depois de passar a maior parte das corridas lutando pelas últimas posições do grid.

Ainda que tenha sido um grande desempenho, o rendimento alcançado não satisfaz por completo a Aston Martin, que promete mais atualizações depois de superar seus problemas e pode brigar pelo meio do pelotão, como explicou a colunista Julianne Cerasoli no Pole Position , programa do Canal UOL .

Havia um ceticismo na Hungria. Eles estavam falando que iam melhorar dois segundos, o que na Fórmula 1 muito difícil. Mas para eles, dois segundos não resolviam muita coisa, e eles melhoraram ainda mais. A Hungria é um circuito de chassi, se eles melhorassem o chassi, daria para ver, e deu. Ainda mais do que o pessoal estava esperando no paddock.

Isso coloca a Aston Martin mais perto de onde ela deveria estar. O Adrian Newey deu uma entrevista antes do GP da Hungria para o próprio canal da equipe, mas foi bastante reveladora. Ele falou que chegou depois que o carro começou a ser feito, em abril. As ferramentas de simulação não estavam funcionando do jeito que deveriam. Temos que lembrar também o tamanho do desafio que a Aston Martin está tentando fazer. Eles estão tentando ser grandes do jeito certo, mas também é o mais difícil possível: fazendo o próprio túnel de vento e a própria fábrica do zero. Julianne Cerasoli, no Pole Position, programa do Canal UOL

O principal trunfo da Aston Martin agora é a atualização do motor Honda, que era o principal impeditivo para grandes melhoras. Com o novo componente, a equipe inglesa poderá, finalmente, atualizar o resto do carro e deixar as últimas colocações do grid.

Quem estava gerindo a conversa entre a fábrica da Aston Martin e da Honda não fez isso direito, então faltou informação para chegar na Honda. Também tiveram problemas com os parceiros de lubrificantes, que estava quebrando o motor da Honda toda hora. Tudo que podia dar errado, deu errado. Mas deu errado com todo mundo indo para o caminho certo, se é que faz algum sentido. Enquanto não fossem atualizar o motor, não adiantava gastar dinheiro para atualizar o carro, por isso foram ficando cada vez mais para trás. Julianne Cerasoli

Antes da pausa da F1, Audi e Racing Bulls eram as duas equipes que mais se destacavam na briga atrás das quatro grandes equipes e disputavam os poucos pontos restantes. Mais atrás, Alpine e Haas apareciam em algumas corridas, enquanto Williams, Aston Martin e Cadillac ficavam no fundo do pelotão.

Mas as melhoras prometidas pela equipe de Lawrence Stroll — assim como de outras escuderias — podem alterar a hierarquia dentro do grid.

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