Golpe do falso prêmio faz banco e plataformas pagarem indenização a cliente
Justiça condena instituições a pagar R$ 14 mil a vítima de golpe de falsa premiação A Justiça de São Paulo condenou Bradesco, Celcoin, RecargaPay e 99Pay a indenizar em R$ 14.095 um cliente que foi vítima do golpe da falsa premiação.
O homem foi induzido a fazer cinco transferências via Pix, que somaram R$ 4.096,50, em apenas 28 minutos.
Cabe recurso da decisão.
O Bradesco era o banco da vítima, de onde o dinheiro saiu.
Já a Celcoin, a RecargaPay e a 99Pay são instituições de pagamento e eram usadas pelos criminosos para receber os valores. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp.
Para o juiz Leandro de Paula Martins Constant, da 1ª Vara Cível de São Vicente, todas as instituições falharam na segurança e receberam uma condenação solidária.
Na prática, isso significa que elas dividem a responsabilidade e devem pagar juntas o valor total da indenização ao cliente.
Após a fraude, o Bradesco conseguiu recuperar apenas R$ 1,50.
A sentença determinou o pagamento de R$ 4.095 por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais, o que totaliza R$ 14.095.
Procurados pelo g1, o Bradesco e a 99Pay informaram que não comentam casos judiciais.
A Celcoin e a RecargaPay também foram procuradas, mas não responderam até a última atualização desta reportagem.
O golpe O caso ocorreu em 25 de outubro de 2024.
Segundo os autos, o cliente recebeu uma mensagem com a informação de que havia ganhado R$ 1.500 em um suposto sorteio ligado à Loteria Federal.
Depois de acessar o link indicado, ele recebeu uma ligação de um homem que se apresentou como vendedor do bilhete.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.