Campo Grande faz 127 anos: bonita, verde e ainda cheia de desafios
Campo Grande chega aos 127 anos com muito a comemorar, mas também com uma lista de tarefas sobre a mesa.
Como acontece em qualquer casa, aniversário é dia de festa, de reunir a família e celebrar o que foi construído.
Mas é também uma boa oportunidade para olhar os cômodos, perceber o que precisa de reparo e decidir o que pode ser feito melhor daqui para frente.
A Capital de Mato Grosso do Sul cresceu.
Hoje abriga pouco mais de 950 mil habitantes, movimenta uma economia de R$ 42,3 bilhões e preserva uma característica que faz diferença na vida de quem mora aqui: é uma cidade verde, arborizada, de ruas largas e espaços que ainda permitem respirar em meio ao avanço do concreto.
Campo Grande é bonita.
Quem vive aqui sabe disso.
Quem chega também percebe.
Mas beleza, sozinha, não faz uma cidade boa para todos.
Por trás das árvores, das avenidas e dos números da economia está a Campo Grande da vida real.
A cidade das famílias que esperam atendimento na saúde pública, das mães que precisam de vaga na creche para trabalhar, de quem depende do ônibus todos os dias, de quem procura uma moradia digna e dos trabalhadores que precisam fazer caber aluguel, alimentação, transporte, água, energia e tantas outras despesas dentro de uma renda familiar que gira em torno de R$ 2,2 mil mensais.
É principalmente para essa população que a cidade precisa funcionar.
Porque o verdadeiro desenvolvimento de uma Capital não pode ser medido apenas pelo tamanho de seu PIB, pela quantidade de prédios construídos ou pelo movimento de suas grandes avenidas.
Ele precisa aparecer no posto de saúde que atende, na escola que ensina, na creche que acolhe, no ônibus que chega, na rua sem buracos, na praça conservada, na iluminação que traz segurança e na oportunidade de uma família conquistar a própria casa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.