O fungo ‘rejuvenescedor’ produzido em estufas superúmidas que ganha espaço com cultivo sustentável
CASAL DE PRODUTORES APOSTA NO CULTIVO DE COGUMELO EM CAMPO GRANDE Utilizado em receitas e conhecido pelo sabor e pela textura, o shimeji branco exige técnica, ambiente controlado e manejo diário para garantir qualidade e produtividade.
Em Campo Grande, o produtor rural Rodrigo de Figueiredo aposta no cultivo do fungo de forma natural e sem agrotóxicos para ampliar a produção e conquistar espaço no mercado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp 🔎 Cultivado em estufas, o cogumelo é produzido a partir do reaproveitamento de resíduos, em um processo que envolve secagem, moagem, assepsia, pasteurização, inoculação do micélio e controle rigoroso de temperatura e umidade.
Para Rodrigo, o shimeji branco também se destaca por suas características nutricionais, que, inclusive, auxiliam no combate ao envelhecimento precoce.
“O cogumelo é o shimeji branco, ele é um cogumelo de proteína zero gordura, rico em vitamina B6, B12.
É rejuvenescedor e antioxidante, ele é rico em todos os aminoácidos essenciais para o nosso corpo funcionar”, afirma.
Shimeji branco é produzido em estufa Arquivo TV Morena Produção começou durante a pandemia A ideia de produzir cogumelos surgiu durante a pandemia de Covid-19.
Rodrigo trabalhou por 20 anos como transportador escolar, mas deixou a atividade depois que as restrições impostas durante o período de isolamento interromperam seu trabalho.
“Minha família também trabalhou muito com isso [transporte escolar], mas até então eu era o único remanescente ainda.
Só que daí veio a pandemia, me barrou de trabalhar e resolvi mudar de ramo”, conta.
A mudança aconteceu depois que um amigo ensinou Rodrigo a produzir cogumelos.
O cultivo é praticamente artesanal e exige uma sequência de etapas e técnicas específicas até que o produto chegue ao consumidor, explica o produtor.
Do capim ao shimeji Produção de shimeji começa com capim-colinião TV Morena O primeiro passo da produção é a coleta do capim-colonião, feita pela equipe no próprio bairro onde os cogumelos são produzidos.
O material passa por um período de secagem. 🔎 O capim-colonião é uma gramínea perene originária da África e bastante utilizada na pecuária como forragem para o gado.
Depois de seco, o capim é moído e colocado em caixas-d’água de mil litros com cal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.