Quem são os candidatos ao governo do Amazonas (AM) nas eleições 2026
Sete políticos serão candidatos ao governo do Amazonas (AM) nas eleições 2026.
O cenário do pleito amazonense tem questões peculiares locais.
Após a desincompatibilização do governador e do vice-governador em abril, o Amazonas teve uma eleição indireta para governador tampão, na qual o então deputado estadual Roberto Cidade (União), que estava como governador interino, foi eleito para um mandato tampão até janeiro de 2027.
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Seu principal oponente é o senador Omar Aziz (PSD), que tem aparecido à frente nas pesquisas de intenção de voto no estado.
Cabo Daciolo (Mobiliza), David Almeida (Avante), Gilberto Vasconcelos (PSTU), Isael Munduruku (Rede) e Professora Maria do Carmo (PL) também serão candidatos a governador do Amazonas (AM) nas eleições 2026.
As eleições gerais para governadores e para a presidência da República em 2026 estão marcadas para o dia 4 de outubro, com possível segundo turno previsto para 25 de outubro. + JOTA : Quem são os candidatos a presidente da República nas eleições de 2026 Confira a lista dos candidatos a governador do Amazonas (AM) em 2026 Roberto Cidade (União) O atual governador do Amazonas assumiu o cargo em abril, quando era presidente da Assembleia Legislativa Estadual e tanto o governador quanto o vice se desincompatibilizaram.
Depois foi eleito como governador-tampão até janeiro de 2027.
Cidade tem 40 anos, é natural de Manaus e é formado em Gestão Pública.
Agora será candidato à reeleição ao governo do Amazonas (AM) nas eleições 2026. + JOTA : Quem são os candidatos a senador pelo Amazonas (AM) nas eleições 2026 Cabo Daciolo (Mobiliza) Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, de 50 anos, conhecido como Cabo Daciolo, é ex-bombeiro militar, pastor evangélico e foi deputado federal pelo Rio de Janeiro.
Seu primeiro partido foi o Psol, do qual foi expulso em 2015.
Depois passou pelo então PTB (hoje Avante), pelo PL, pelo então PMB (hoje Democrata), pelo Patriota, pelo PDT e pelo Republicanos.
Em 2017, foi absolvido pelo STF por participar de greves militares entre 2011 e 2015.
Em 2018, ganhou projeção nacional ao concorrer à Presidência da República e participar de debates televisivos.
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