“Pane” que atrasou abertura da Bolsa em julho é “chamado à ação”, diz novo CEO da B3
O novo presidente da B3, Christian Egan, afirmou nesta quarta-feira que a falha técnica que atrasou a abertura dos mercados em 31 de julho funcionou como um verdadeiro “call to action” (chamado à ação, em tradução livre) para a companhia.
Em mensagem exibida em inglês durante a teleconferência de resultados do segundo trimestre , o executivo reconheceu que a empresa não correspondeu às expectativas do mercado nem aos próprios padrões internos.
“Ficamos aquém do padrão que o mercado espera da B3 e, mais importante, do padrão que exigimos de nós mesmos”, declarou.
Egan ressaltou que o episódio está sendo acompanhado diretamente pela alta liderança da empresa e que já há iniciativas em curso para aprimorar procedimentos operacionais.
“Não estamos tratando esse episódio como algo que ficou para trás.
Estamos tratando-o como um chamado à ação”, afirmou.
Segundo ele, a robustez operacional é um dos pilares da atuação da B3 e “elevá-la de forma contínua e mensurável” será uma das prioridades de sua gestão.
Egan afirmou que dedicou suas primeiras semanas à frente da companhia a conversar com clientes, colaboradores, reguladores e demais participantes do mercado.
O executivo afirmou que a estratégia da companhia permanece inalterada.
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