Luís Castro repete Mano Menezes nos resultados do Grêmio na volta de pausas; compare
Grêmio tem desfalques importantes contra o Bragantino O Grêmio de 2026 repete o retrospecto do time de 2025 após a pausa do meio de ano.
Nos primeiros oitos jogos depois da parada para a Copa do Mundo de seleções, o time de Luís Castro tem 33,3% de aproveitamento.
O índice é o mesmo alcançado pela equipe de Mano Menezes ao voltar da pausa do Mundial de clubes no ano passado. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Os técnicos se repetiram até nas eliminações na Sul-Americana.
No mesmo período desde a volta, ambos caíram nos playoffs do torneio: Castro para o Bolívar, da Bolívia, e Mano para o Alianza Lima, do Peru. + Alô, torcida tricolor! O ge Grêmio está no WhatsApp! Em função da Copa do Mundo, o Grêmio teve 46 dias sem jogos oficiais em 2026.
Foram 17 de férias até a reapresentação do elenco.
Depois dos amistosos contra o sub-20 do Cascavel, a Chapecoense e o Cruzeiro, o time retomou os jogos oficiais em 17 de julho.
São quatro derrotas (Mirassol, Bolívar, duas vezes, e Atlético-MG), dois empates (Fluminense e Mirassol) e duas vitórias (Mirassol e São Paulo).
Mano Menezes antecedeu Luís Castro no comando do Grêmio Montagem sobre fotos de Lucas Uebel / Grêmio Veja também: + Sem Gustavo Martins, time tem disputa na zaga + Pai de Monsalve fala sobre afastamento do filho Diferentemente de Mano Menezes, que caiu na Copa do Brasil para o CSA na terceira fase, antes mesmo da parada, Luís Castro conseguiu vaga para as quartas de final da Copa do Brasil ao eliminar o Mirassol.
Mano teve uma pausa menor.
Em 2025, foram 24 dias sem jogos (13 de junho a 7 de julho), sendo 10 de férias.
O time retornou às partidas oficiais em 8 de julho e também teve quatro derrotas (Cruzeiro, Alianza Lima, Palmeiras e Fluminense), dois empates (Vasco e Alianza Lima) e duas vitórias (São José, pela Recopa Gaúcha, e Fortaleza).
Os problemas do Grêmio não se resolve com uma contratação; PC analisa Embora com extensões diferentes, as duas pausas foram cercadas por expectativas positivas.
Os treinadores reclamaram do pouco tempo para treinar e vislumbraram nas paradas tempo para descanso e aprimoramento tático e técnico.
Contudo, as sequências não refletiram a reação esperada.
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