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Ciência

A história do número pi, da Grécia Antiga aos chips modernos

Superinteressante ·
A história do número pi, da Grécia Antiga aos chips modernos

Em 1977 , duas sondas deixaram a Terra para explorar os planetas gigantes do Sistema Solar.

Lançadas pela Nasa, as Voyager 1 e 2 carregavam também uma espécie de cápsula do tempo: um disco de ouro com sons, imagens e informações sobre a humanidade.

O disco, parecido com um LP, é um cartão de apresentação da Terra para o caso de extraterrestres cruzarem o caminho das Voyager.

Mas como dar um alô para um ser que talvez não se comunique da mesma forma que nós? A solução foi incluir também informações que, em tese, qualquer civilização tecnologicamente avançada poderia descobrir por conta própria: as leis da natureza.

Entre elas estava um velho conhecido das aulas de matemática: o número pi (π).

A constante que pi representa não depende da Terra, da nossa espécie nem da nossa história.

Sempre que o comprimento de uma circunferência é dividido pelo seu diâmetro, o resultado é o mesmo, seja numa moeda, numa pizza ou num planeta distante.

Qualquer civilização que descubra a geometria inevitavelmente chegará ao mesmo número.

Continua após a publicidade O número pi sempre esteve diante de nós.

Mas levamos alguns milhares de anos para entender o que ele era – e chegar cada vez mais perto de seu valor. <span class="hidden">–</span> Vanessa Gomes/Superinteressante Do começo Ao longo da História, povos de diferentes regiões perceberam que círculos de tamanhos muito diferentes obedeciam à mesma proporção.

Ainda que não soubessem explicá-la, essa constatação deu origem às primeiras aproximações de π.

Continua após a publicidade Os registros mais antigos vêm da Mesopotâmia.

Tábuas de argila produzidas pelos babilônios, por volta de 1900 a.C., mostram que eles já utilizavam uma aproximação que, na notação atual, equivale a 3,125.

O valor era suficiente para resolver problemas de construção e engenharia.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

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