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Peixoto & Cury traça estratégias com empresas após fim da escala 6×1

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Peixoto & Cury traça estratégias com empresas após fim da escala 6×1

A recente promulgação da Emenda Constitucional 141/2026 extinguiu a escala de trabalho 6×1 no Brasil.

A nova legislação garante aos trabalhadores pelo menos dois dias de descanso semanal remunerado e reduz gradualmente a jornada máxima.

Agora, o limite cai para 42 horas semanais a partir de dezembro de 2026 e chega ao teto definitivo de 40 horas em dezembro de 2027.

Reprodução No evento, Antonio Carlos Aguiar destacou necessidade de interlocução com sindicatos Mirando o curto prazo de adaptação, o escritório Peixoto & Cury Advogados promoveu um encontro estratégico nesta terça-feira (27/10), em sua sede, com dezenas de clientes de diversos setores.

O debate focou em orientar sobre os impactos práticos imediatos na gestão de jornadas, folha de pagamento e acordos coletivos, mapeando desafios operacionais e janelas de oportunidade antes da vigência plena das regras.

Soluções criativas Na abertura do evento, o sócio Antonio Carlos Aguiar alertou para a necessidade de desenvolver respostas jurídicas customizadas e ágeis.

O especialista discorreu, ainda, sobre algumas frentes de atuação que as empresas podem adotar nos próximos 60 dias, que é p prazo de vacância para o início da vigência da Emenda.

“É preciso olhar com lupa caso a caso”, destacou Aguiar, reforçando que a reestruturação exige responsabilidade, criatividade e, fundamentalmente, a interlocução com os sindicatos.

“Esse é o caminho.

Fora disso, o risco jurídico é gigantesco.” Desafios operacionais A sócia Poliana Banqueri chamou a atenção para a heterogeneidade do mercado, apontando que indústrias e comércios enfrentam realidades distintas para manter a continuidade dos negócios sob o novo ecossistema regulatório.

Segundo a advogada, a implementação do segundo descanso semanal e os consequentes reflexos econômicos representam os maiores gargalos atuais.

“Discutimos as possibilidades e, sobretudo, as oportunidades que se abrem, inclusive diante da negociação coletiva que a própria emenda já prevê”, explicou Banqueri.

O debate contou ainda com a participação do sócio Marcel Tadeu Alves da Silva , que detalhou aspectos técnicos e operacionais cruciais para a transição.

Entre os temas abordados pelo especialista, ganharam destaque as regras para a migração de trabalhadores hipersuficientes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.conjur.com.br — o conteúdo pertence a Consultor Jurídico.

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