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Hapvida (HAPV3) despenca mais de 17% após balanço do 2T26

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Hapvida (HAPV3) despenca mais de 17% após balanço do 2T26

As ações da Hapvida ( HAPV3 ) têm a pior performance do Ibovespa (IBOV) nos primeiros minutos do pregão desta quinta-feira (13) em reação ao balanço do segundo trimestre.

Por volta de 10h30 (horário de Brasília), HAPV3 entrou em leilão por oscilação máxima permita após cair 17,22%, a R$ 7,93. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "HAPV3", "HAPV3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "b2aa98c" } ); No 2T26, a companhia registrou lucro líquido ajustado de R$ 12,5 milhões, tombo de 95,8% ante o resultado registrado um ano antes.

A empresa apurou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 504,4 milhões, queda de 44,3% na comparação com o segundo trimestre de 2025.

Já a sinistralidade caixa ficou em 75,2%, alta de 1,3 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior.

CONFIRA OS NÚMEROS EM DETALHES: Hapvida (HAPV3) vê lucro desabar 95,8% no 2T26 Pior do que o esperado Os analistas, em consenso, consideraram o balanço do 2T26 de Hapvida negativo, com números fracos.

Para o Bradesco BBI, os resultados foram marcados por forte pressão nas margens e queima de caixa.

O Ebitda da companhia também ficou 18% abaixo das estimativas do banco, devido ao aumento da sinistralidade caixa, maiores despesas com vendas e elevação nas provisões para contingências e multa.

“Embora a reestruturação da carteira deficitária seja um passo importante para a recuperação da rentabilidade futura, o momento operacional ainda inspira cautela”, diz o relatório.

Por outro lado, os analistas Marcio Osako e Larrisa Monte, afirmaram que a perda líquida de 16 mil vidas entre abril e junho foi um número melhor do que o esperado.

“O principal catalisador futuro é o plano da companhia de reajustar ou cancelar contratos de 947 mil vidas (11% da base) que atualmente geram prejuízo.

Essa movimentação, que deve ocorrer nos próximos meses, tem o potencial de recuperar cerca de 0,9 ponto percentual de margem estrutural para a empresa”, avaliou a dupla.

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