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Economia

Lula diz que não está preocupado com dívida pública: ‘Quero crescimento’

InfoMoney ·
Lula diz que não está preocupado com dívida pública: ‘Quero crescimento’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (27) que a trajetória da dívida pública não é hoje sua principal preocupação e defendeu que o crescimento econômico será central para melhorar a situação fiscal do país em um eventual novo mandato.

Durante entrevista à TV Globo , Lula foi questionado sobre a necessidade de ajustes nas contas públicas a partir de 2027 e sobre declarações recentes do ministro da Fazenda, Dario Durigan, a respeito da contenção de despesas obrigatórias.

Onde 2026 pode ser decidido? Lula e Flávio empatam nos 3 maiores eleitorados Ao responder, o presidente evitou indicar quais gastos poderia reduzir caso seja reeleito.

Disse que sua prioridade será manter a economia em expansão.

“O meu estabelecimento é fazer esse país crescer”, afirmou.

Lula argumentou que uma economia maior ajuda a reduzir o peso da dívida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e citou os resultados de crescimento registrados desde 2023.

Também comparou o endividamento brasileiro com o de economias como Estados Unidos, Japão e Itália.

“A mim não preocupa a dívida”, disse.

Leia também Lula defende Jaques Wagner sobre caso Master: ‘Tenho consciência que é honesto’ Presidente diz que não pretende romper com aliado com base em suspeitas e afirma que senador deverá responder caso seja comprovada alguma irregularidade Flávio Bolsonaro se encontrará com ministro de Bukele para discutir segurança El-Salvador tem sido constantemente citado pelo senador durante a campanha eleitoral como referência em segurança pública O presidente atribuiu parte da pressão sobre o endividamento ao nível dos juros e voltou a criticar a política monetária conduzida durante parte de seu atual mandato.

Lula também reivindicou para seus governos um histórico de responsabilidade fiscal.

Recordou os superávits primários obtidos em seus dois primeiros mandatos e afirmou que recebeu o país em 2023 com uma situação fiscal mais deteriorada.

19 estados podem eleger governadores em 1º turno e mudar disputa entre Lula e Flávio “Eu deixei esse país crescendo 7,5%.

E quando eu voltei ele estava crescendo 1%”, afirmou o presidente, relembrando que quando assumiu o governo, após o mandato de Jair Bolsonaro pegou o país com R$ 94 bilhões de dívida.

A declaração ocorre em meio ao debate sobre as contas do próximo governo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

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