quarta-feira, 12 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
Últimas
Celso Amorim rebate oposição sobre atritos com Casa Branca terem razões ideológicas Justiça argentina bloqueia bens de Cristina Kirchner Reforma política, Defesa Nacional e arcabouço fiscal: o que o programa de Lula para as eleições propõe? Carlos Alberto Soares de Freitas: a trajetória de um desaparecido político Premiê libanês denuncia ‘destruição sistemática’ de Israel no sul do país: ‘violação do direito internacional’ ‘Cater Force One’: Irã difunde vídeo satirizando fuga de Trump de avião presidencial Lula e Alcolumbre se reúnem para discutir prioridades do governo no Senado Democratas de Wisconsin escolhem moderado em vez de socialista para governo China e Rússia enviam homenagens aos 100 anos de Fidel Castro: ‘memória sagrada’ Governo interino da Venezuela anuncia retomada de serviços consulares com Israel; movimentos protestam Celso Amorim rebate oposição sobre atritos com Casa Branca terem razões ideológicas Justiça argentina bloqueia bens de Cristina Kirchner Reforma política, Defesa Nacional e arcabouço fiscal: o que o programa de Lula para as eleições propõe? Carlos Alberto Soares de Freitas: a trajetória de um desaparecido político Premiê libanês denuncia ‘destruição sistemática’ de Israel no sul do país: ‘violação do direito internacional’ ‘Cater Force One’: Irã difunde vídeo satirizando fuga de Trump de avião presidencial Lula e Alcolumbre se reúnem para discutir prioridades do governo no Senado Democratas de Wisconsin escolhem moderado em vez de socialista para governo China e Rússia enviam homenagens aos 100 anos de Fidel Castro: ‘memória sagrada’ Governo interino da Venezuela anuncia retomada de serviços consulares com Israel; movimentos protestam
Economia

Mania da Bolsa do Brasil 'queridinho do mercado' murchou de novo

Folha · Mercado ·
Mania da Bolsa do Brasil 'queridinho do mercado' murchou de novo

Jornalista, foi secretário de Redação da Folha. É mestre em administração pública pela Universidade Harvard (EUA)

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

O Brasil era o "queridinho do mercado" em abril, expressão cafona que resumia o fato de que parte da finança do mundo pingava dinheiro por aqui. Era o que aparecia em relatórios de bancões e em falações de brasileiros mais deslumbrados ou interessados que passavam pela reunião de primavera do FMI , naquele mês. O Ibovespa chegava então ao pico de 198 mil pontos e uns quebrados.

A mania murchou em junho. Em agosto, o índice baixou à casa dos 167 mil pontos, queda de uns 15%. O clichê da vez é que "o mercado" entrou no "modo eleição".

Os "estrangeiros" estão tirando dinheiro das ações brasileiras , mas o saldo acumulado no ano ainda é positivo. A participação deles no valor da Bolsa ainda anda pela casa dos 60% a que chegou na virada para 2025, "recorde" . Quem não acreditou na história do "queridinho" foram investidores institucionais e pessoas físicas daqui. Saem da Bolsa, se por mais não fosse porque têm opções e taxas rendosas na renda fixa. Difícil dar peso para ações em um país com juro real de um ano em torno de 9,5% —não dá para acreditar no país.

Em si mesma, essa baixa diz pouco sobre a economia brasileira. No médio prazo e no que diz respeito à importância econômica do mercado de ações, não dá para ficar animado. Por ora, vamos apenas lembrar que essas manias, "Ibovespa 240 mil", são marqueteiras ou ingênuas mesmo em economias organizadas. Nesta nossa desordem pobrezinha e muito dependente de humores internacionais, ainda mais.

A entrada do dinheiro "estrangeiro" em ações brasileiras, que vinha de 2025, seria "estrutural", dizia-se até maio. Donos do dinheiro grosso do mundo tiravam uma migalha do que tinham em ações de tecnologia nos EUA, em alta estrambótica, para diversificar. Era a hipótese.

Isso que era chamado de "rotação" talvez se devesse ainda ao fato de que havia pouco dinheiro aplicado em América Latina, longe de conflitos. A região seria favorecida por vender "commodities", com preço animado por causa da guerra contra o Irã. Também ganharia com um dólar mais fraco no mundo e por estar virando à direita. No Brasil, mesmo a eleição não abalaria esse cenário. A baixa das taxas de juros daria empurrãozinho adicional.

Ler a notícia completa no Folha · Mercado ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Mercado.

Mais de Folha · Mercado

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›