Pine (PINE4) virou queridinho de analistas, com ROE de quase 40%; executivo revela a estratégia por trás da virada
Longe dos holofotes dos bancões, como Itaú ( ITUB4 ), Nubank ( NU ) ou Bradesco ( BBDC4 ), o Pine ( PINE4 ) viu sua história na bolsa mudar nos últimos 12 meses.
O banco não é novo na bolsa.
Abriu capital em 2007, em um período fértil para IPOs , quando outros bancos médios também se lançaram no mercado.
Mas sua liquidez impedia que o papel ganhasse maior destaque — até agora.
Segundo dados da Elos Ayta, entre agosto de 2025 e agosto de 2026, o volume cresceu 531%, ou 6,3 vezes.
Em relação a agosto de 2024, a alta foi de 585%, ou quase 6,8 vezes.
Veja abaixo: A disparada da liquidez tem relação direta com a “moral” que o Pine ganhou.
Em questão de meses, cinco casas iniciaram a cobertura do papel: Bradesco BBI , XP , BTG , Safra e Itaú BBA .
Em comum, todos possuem recomendação de compra, com um potencial médio apetitoso de alta: 77%, segundo dados da Bloomberg.
No embalo dessa nova fase, o banco fez uma oferta de ações e levantou R$ 245,9 milhões.
A intenção era utilizar os recursos da oferta para otimizar sua estrutura financeira de capital.
De quebra, isso garante mais liquidez, como explica Clive Botelho, membro do comitê executivo do Banco Pine.
“Isso é um bom termômetro, porque o mercado está aberto a alguns cases.
O mercado também chega uma hora em que quer ver quem tem oportunidade de valuation , de tese”, afirma o executivo em entrevista ao Money Times .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.