Empreendedora começou vendendo na bicicleta e hoje fatura R$ 40 mil por mês com sapatinhos de crochê
Mãe e filhas transformam crochê em marca de presentes para bebês Antes mesmo de dar os primeiros passos, alguns bebês já começam a vida com muito estilo.
E, em São Paulo, uma empreendedora encontrou justamente nos pezinhos dos recém-nascidos a oportunidade de reconstruir a própria trajetória.
Aos 11 anos, Teruko Kato aprendeu a fazer crochê.
Durante décadas, no entanto, a habilidade ficou guardada entre tantas outras experiências profissionais.
Ela trabalhou como manicure, esteticista, maquiadora e vendedora de bijuterias, sempre movida pelo desejo de ter o próprio negócio.
Mas foi em um dos momentos mais difíceis da vida que o crochê voltou a ocupar um papel central.
"Eu só tinha dívidas, uma geladeira vazia e duas crianças que contavam comigo.
Então eu comecei a fazer crochê de volta por terapia", conta.
O que começou como uma forma de aliviar a ansiedade se transformou em uma ideia de negócio.
Logo, a casa estava cheia de sapatinhos artesanais para bebês.
Faltava apenas encontrar compradores.
Uma bicicleta como vitrine Sem recursos para abrir uma loja e receosa de montar uma barraca na rua, Teruko encontrou uma solução criativa: transformou uma bicicleta em ponto de venda itinerante.
Ela passou a circular pela Avenida Paulista oferecendo os produtos.
A escolha não foi por acaso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.