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Obra "faraônica" invadiu 800 metros quadrados de área pública no Lago Sul

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Obra "faraônica" invadiu 800 metros quadrados de área pública no Lago Sul

A obra na QL 12 do Lago Sul , na Península dos Ministros, invadiu uma área pública de 800 m² e, por isso, foi parcialmente embargada pela Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal).

Segundo a pasta, mesmo a construção da casa ocorrendo dentro dos limites do lote e com alvará, a fiscalização constatou que a obra avançou 800 m² sobre área pública lateral ao terreno, onde estava sendo criada uma área de lazer.

“Diante da constatação de que a ocupação da área pública é irregular e não passível de regularização, o responsável recebeu duas autuações: embargo parcial da obra e intimação demolitória”, disse a pasta ao ser procurada pelo Metrópoles .

Para ter uma referência, a área pública invadida: Equivale a três quadras de tênis juntas, já que uma quadra oficial de tênis tem cerca de 260 m²; Corresponde a duas quadras poliesportivas, pois somente uma tem, aproximadamente, 400 m²; É espaço suficiente para construir uma casa espaçosa, de 200 m², e ainda manter 600 m² livres para quintal, piscina e área de lazer; Comporta, aproximadamente, 65 carros estacionados, lado a lado.

Com o embargo parcial, a empresa responsável pela construção deverá interromper imediatamente os trabalhos realizados na área pública.

Em relação à intimação demolitória, foi determinada a retirada das estruturas construídas irregularmente no local.

Leia também Distrito Federal Moradora de rua joga pedras e quebra carros estacionados no Lago Sul Na Mira PCDF prende gangue de mulheres que furtavam farmácias no Lago Sul Entre elas, estão um muro de arrimo de concreto armado, uma edificação em alvenaria com estrutura de concreto armado, piscina e uma extensa área de piso impermeável, aparentemente destinada ao lazer da residência.

O que diz a empresa Em nota, a empresa responsável pela obra disse que recebeu a notificação da DF Legal sobre as irregularidades e que elas serão devidamente sanadas.

A reportagem apurou que o terreno alvo do embargo pela pasta urbanística pertence ao empresário Cláudio Mohn França , que atua em vários ramos, principalmente em segurança eletrônica.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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