Banco do Brasil (BBAS3) surpreende no 2T26, rolê psicodélico de Minas Gerais e onde reinvestir o Tesouro IPCA+ 2026: confira os destaques da semana
A temporada de balanços do segundo trimestre de 2026 dominou a agenda do investidor na última semana.
Em meio aos resultados corporativos e à fuga do gringo da bolsa brasileira , o Ibovespa acumulou queda de 3,23% .
Mas não foram só as notícias ruins que pesaram na conta.
O Banco do Brasil ( BBAS3 ) foi destaque ao surpreender o mercado ao registrar lucro de R$ 3,9 bilhões no 2T26 .
Após a divulgação, o investidor acompanhou ainda a análise de Geovanne Tobias , vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB.
Além disso, o leitor do Seu Dinheiro conheceu o rolê mais psicodélico de Minas Gerais e ficou de olho nas opções para reinvestir o Tesouro IPCA+ 2026 para ter renda passiva .
Confira o que bombou no noticiário da última semana: Banco do Brasil (BBAS3) dá trégua e surpreende no 2T26: lucro chega a R$ 3,9 bilhões e ROE sobe a 8,3% Enquanto ainda tenta deixar para trás os estragos provocados pela deterioração do crédito rural, o Banco do Brasil (BBAS3) começou a dar alguns sinais de reação no segundo trimestre de 2026 (2T26) .
O lucro voltou a crescer, veio acima das expectativas e a rentabilidade melhorou na comparação trimestral — mas a qualidade da carteira continua sendo o principal ponto de atenção.
Entre abril e junho, o lucro líquido recorrente do banco chegou a R$ 3,9 bilhões , um avanço de 13,9% em relação ao mesmo período de 2025 e de 3,3% frente ao trimestre imediatamente anterior.
O resultado também superou as estimativas do mercado, que projetava lucro médio de R$ 3,532 bilhões , segundo estimativas compiladas pela Bloomberg .
“Os números apresentados hoje são fruto de uma execução estratégica consistente e reforço dos vetores de geração de valor”, afirma a CEO do BB, Tarciana Medeiros , em nota à imprensa.
Confira os detalhes do balanço nesta matéria.
Banco do Brasil (BBAS3) cansou de esperar o agro reagir? Diretor abre estratégia para deixar a crise para trás “Estamos enfrentando um momento talvez histórico na geração de resultado do Banco do Brasil”, afirma Geovanne Tobias , vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB.
Quase 30 anos depois, o banco voltou a se deparar com um problema que remete a uma das crises mais difíceis de sua história: a forte deterioração do crédito ligado ao agronegócio .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.