Conheça a Black Soul Roots, banda que une reggae, rock e rap em álbum conceitual baseado em romance abolicionista de 1859
Quando você pergunta para alguém qual foi o momento em que seu sonho começou, geralmente recebe uma história bem pensada, um plano traçado com cuidado.
Para a Black Soul Roots , a coisa foi diferente.
Tudo começou porque um menino na quinta série decidiu juntar os amigos e criar uma banda.
Desde aquela época, no Vale do Paraíba, César Moreira e Rafael “Porte” Rocha seguem juntos.
A banda cresceu — André “Tecão” Rocha , Douglas Prado e Junior Zai —, mas aquele núcleo de amizade, aquele “vamos começar sem saber tocar”, nunca desapareceu.
É isso que mantém o grupo de pé até hoje.
Eles tocaram releituras por necessidade, passaram pela pandemia, mas encontraram seu propósito real em um livro de 1859.
O álbum conceitual Úrsula , baseado no romance abolicionista de 1859 de mesmo nome, une reggae, rock, rap e ritmos africanos.
Dez faixas que carregam história, responsabilidade e a energia de uma banda que aprendeu a acreditar.
A jornada é a prova de que nem sempre o caminho é linear, mas, quando a essência aparece, tudo faz sentido.
Nos estúdios da Rolling Stone Brasil , eles contam como tudo começou na sala de aula, como descobriram Úrsula de madrugada, os desafios de produzir em estúdios profissionais como uma banda do interior e por que a amizade é a base de tudo que fazem.
Como que surgiu a ideia de criar uma banda? César : Essa ideia surgiu, cara, faz um bom tempo.
Foi na escola, né? Praticamente, a gente estudava na mesma sala desde a quinta série e, aí, um dia eu levantei, assim, espontaneamente, e falei: “Pô, vamos montar uma banda”.
A gente gostava de rock e tal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.