Namorado preso por matar estudante controlava as roupas dela e chegou a persegui-la após término, diz irmã
Quem era a estudante encontrada morta na casa do namorado em SC José Gustavo Rabelo de Souza, homem de 21 anos preso após confessar ter matado a namorada Joviana Evelyn Iankovski, de 19, tinha histórico de ciúmes, manipulações e perseguição, segundo a irmã da vítima, Lívia Iankovski.
Ele admitiu à polícia ter assassinado a estudante de biologia com um golpe de "mata-leão" em Sangão, no Sul de Santa Catarina.
José foi preso em flagrante na segunda-feira (10), mesmo dia em que o corpo foi encontrado, e teve a prisão convertida em preventiva após audiência de custódia. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Joviana e José Gustavo iniciaram o relacionamento há cerca de cinco meses, após se conhecerem na festa de aniversário de um amigo em comum.
Segundo Lívia, o namoro era conturbado e marcado por episódios frequentes de brigas, ciúme excessivo e manipulação.
“Ele era ciumento, não deixava ela usar certas roupas, sempre a manipulava para ela acabar se sentindo presa nisso.
Nossa família sabia dos ciúmes e sempre a aconselhava a terminar; mostramos que ela não estava sozinha.
Inclusive deletamos o número dele do celular dela uma vez, mas ele entrou em contato com ela pelo celular da mãe dele e eles voltaram a conversar sem a gente saber”, relatou Lívia.
O namoro chegou a ser rompido no final de julho.
Na mesma noite do término, Joviana saiu para desabafar com uma amiga e, ao retornar, relatou que José Gustavo as havia perseguido de motocicleta.
Embora a irmã não soubesse confirmar se o casal havia reatado oficialmente, os dois continuavam saindo juntos.
O corpo de Joviana foi localizado na casa onde o suspeito morava com a mãe e a avó, trancado no quarto dele.
Em nota, a defesa dele afirmou que "a família de José Gustavo não teve conhecimento prévio dos fatos e jamais participou de qualquer tentativa de ocultação ou acobertamento" (leia íntegra aqui).
Namorado preso se passou por estudante para despistar mãe José Gustavo Rabelo de Souza utilizou o ceular da vítima para se passar por ela e tentava convencer a família da namorada de que estava tudo bem.
Segundo o delegado Murilo da Cunha, o investigado confirmou ter enviado as mensagens durante o interrogatório.
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