terça-feira, 25 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Trump provoca Canadá e sugere rebatizar Lago Ontário para ‘Lago América’ Ataque hacker revela identidade de 70 mil agentes de inteligência marroquinos, diz jornal Ataque de gangues no Haiti deixa ao menos 47 mortos Suprema Corte dá vitória parcial a Trump em disputa sobre restrições ao voto por correio China rechaça ameaça de sanções ‘sem fundamento’ dos EUA por cooperação com Irã Sobe para 331 o número de mortos pelo terremoto na Colômbia Delcy Rodríguez apresenta relatório sobre recuperação da Venezuela após terremotos Pezeshkian insta Washington a mudar abordagem e cumprir memorando de entendimento Plano Brasil Soberano: governo libera R$ 13,5 bilhões a empresas atingidas por tarifaço e guerras EUA retiram Síria da lista de ‘Estados patrocinadores do terrorismo’ Trump provoca Canadá e sugere rebatizar Lago Ontário para ‘Lago América’ Ataque hacker revela identidade de 70 mil agentes de inteligência marroquinos, diz jornal Ataque de gangues no Haiti deixa ao menos 47 mortos Suprema Corte dá vitória parcial a Trump em disputa sobre restrições ao voto por correio China rechaça ameaça de sanções ‘sem fundamento’ dos EUA por cooperação com Irã Sobe para 331 o número de mortos pelo terremoto na Colômbia Delcy Rodríguez apresenta relatório sobre recuperação da Venezuela após terremotos Pezeshkian insta Washington a mudar abordagem e cumprir memorando de entendimento Plano Brasil Soberano: governo libera R$ 13,5 bilhões a empresas atingidas por tarifaço e guerras EUA retiram Síria da lista de ‘Estados patrocinadores do terrorismo’
Saúde

Ação judicial tenta suspender novas regras do CFM para inteligência artificial na medicina

Futuro da Saúde ·
Ação judicial tenta suspender novas regras do CFM para inteligência artificial na medicina

Entidades apontam dez violações legais e questionam exigências impostas a hospitais e clínicas

Na última sexta-feira (21), foi protocolada uma ação coletiva na 21ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal contra a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que regulamenta o uso de inteligência artificial na área. O processo é movido pela Confederação Nacional da Saúde (CNSaúde), a Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (FENAESS) e o Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas (SBH). A ação argumenta que a normativa do CFM viola dez dispositivos legais. Assim, pede a suspensão da norma.

A resolução entra em vigor nesta quarta-feira (26), mas como mostrou o Futuro da Saúde, ela chega ao setor cercada de dúvidas e implica desafios para instituições menores e com menor estrutura tecnológica. Pela resolução, hospitais, clínicas e outras instituições deverão cumprir exigências de governança, como classificar as ferramentas de acordo com o risco, realizar auditorias e manter comissões médicas dedicadas à supervisão da tecnologia.

Desse modo, a ação judicial pede, em caráter de urgência, a suspensão dos efeitos da norma. As entidades avaliam que o CFM extrapolou os limites de sua competência ao estabelecer obrigações que vão além da atuação dos médicos. Como as exigências que alcançam a organização e o funcionamento dos estabelecimentos e aspectos técnicos relacionados ao desenvolvimento e à operação de sistemas de inteligência artificial.

A ação sustenta que parte das estruturas exigidas pela resolução não está disponível na maioria dos estabelecimentos e que a entrada em vigor das regras pode gerar aumento de custos e insegurança jurídica. “O CFM possui competência técnico-disciplinar, estritamente dirigida à conduta do médico e à proteção da relação médico-paciente, que não se estende à disciplina da organização interna de pessoas jurídicas, à definição de requisitos de engenharia de sistemas computacionais, tampouco à criação de regimes próprios de classificação e risco de produtos tecnológicos”, afirma o processo judicial.

Segundo as entidades, parte das exigências previstas na resolução também avançaria sobre atribuições de outros órgãos, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O processo sustenta que essa sobreposição pode levar hospitais, clínicas e outros serviços a se submeterem a diferentes regras sobre os mesmos aspectos do uso da tecnologia.

Outro questionamento judicial envolve o processo de elaboração da norma. As instituições afirmam que a resolução foi publicada sem Análise de Impacto Regulatório (AIR), consulta ou audiência pública, apesar dos possíveis efeitos econômicos e operacionais para o setor. A ação ainda aponta que, durante o período entre a publicação e a entrada em vigor, o CFM não promoveu novas discussões para esclarecer ou revisar pontos da regulamentação. “A gravidade da omissão procedimental acentua-se na medida em que o ato normativo projeta repercussões econômicas transversais.

Ler a notícia completa no Futuro da Saúde ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em futurodasaude.com.br — o conteúdo pertence a Futuro da Saúde.

Este assunto em outros veículos

Mais de Futuro da Saúde

Ver tudo ›

Mais em Saúde

Ver tudo ›