domingo, 16 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Irã e Omã fecham acordo sobre nova rota pelo Estreito de Ormuz Colômbia eleva cifra de vítimas do terremoto para 294 mortos e 320 desaparecidos ‘Honestino’ traz à tona memória que incomoda ‘Dark Horse’ e seus herdeiros Irã desarticula célula que preparava atentados no país e acusa Israel e EUA Prazo para registro de candidaturas às eleições termina neste sábado (15) Colonos voltam a cercar famílias na Cisjordânia enquanto Israel amplia controle Clérigo enaltece resistência do Irã contra EUA: ‘povo é mais forte que qualquer bomba’ Ataques de Israel matam 11 no Líbano, que denuncia violação de cessar-fogo ‘Não temos medo da guerra’: família iraniana deixa São Paulo e decide voltar ao país ‘Coreia ainda não é independente’, diz ativista no 81º aniversário do Dia da Libertação Irã e Omã fecham acordo sobre nova rota pelo Estreito de Ormuz Colômbia eleva cifra de vítimas do terremoto para 294 mortos e 320 desaparecidos ‘Honestino’ traz à tona memória que incomoda ‘Dark Horse’ e seus herdeiros Irã desarticula célula que preparava atentados no país e acusa Israel e EUA Prazo para registro de candidaturas às eleições termina neste sábado (15) Colonos voltam a cercar famílias na Cisjordânia enquanto Israel amplia controle Clérigo enaltece resistência do Irã contra EUA: ‘povo é mais forte que qualquer bomba’ Ataques de Israel matam 11 no Líbano, que denuncia violação de cessar-fogo ‘Não temos medo da guerra’: família iraniana deixa São Paulo e decide voltar ao país ‘Coreia ainda não é independente’, diz ativista no 81º aniversário do Dia da Libertação
Últimas

Vacinas causam autismo? Especialistas explicam o que a ciência já comprovou

Terra ·
Vacinas causam autismo? Especialistas explicam o que a ciência já comprovou

A ciência é direta: não há evidências de que vacinas causem autismo . A afirmação, que voltou ao centro do debate nos Estados Unidos após declarações do presidente Donald Trump e do secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., já foi investigada repetidamente em diferentes estudos e populações.

Mesmo assim, durante a assinatura de uma ordem executiva nesta segunda-feira, 10, Trump voltou a relacionar o aumento dos diagnósticos de autismo ao número de vacinas recebidas pelas crianças. O presidente também questionou a segurança da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e defendeu que seus componentes sejam aplicados separadamente. Nenhuma dessas alegações é respaldada pelas evidências científicas apresentadas pelos especialistas ouvidos pelo Terra .

"A discussão já foi encerrada há anos na literatura médica", afirma o pediatra Alexandre Nikolay, coordenador do Departamento de Emergência Pediátrica do Hospital Santa Lúcia Sul, em Brasília.

A pediatra, alergista e imunologista Fernanda America Pedreira Soubak, integrante da plataforma INKI, também é categórica: "Essa é, na verdade, uma das perguntas mais bem respondidas de toda a ciência de segurança de vacinas".

Não. A associação entre vacinas e autismo surgiu a partir de um artigo publicado em 1998 pelo médico britânico Andrew Wakefield, que sugeria uma relação entre a vacina tríplice viral e o transtorno. O trabalho posteriormente foi considerado fraudulento e retirado pela revista The Lancet. Desde então, a hipótese foi investigada inúmeras vezes.

Fernanda cita uma metanálise que reuniu dados de mais de 1,2 milhão de crianças e não encontrou associação entre vacinação e autismo. O mesmo ocorreu quando os pesquisadores analisaram especificamente a vacina tríplice viral e o timerosal, conservante que também foi apontado como possível responsável pelo transtorno.

"Uma revisão sistemática publicada no Lancet Infectious Diseases foi além e classificou essa evidência como uma das mais sólidas da área: estudos repetidos, feitos com metodologias diferentes, em países e populações diferentes, e todos chegando ao mesmo resultado", explica.

Nikolay também destaca uma análise publicada em 2019 que acompanhou mais de 650 mil crianças durante uma década e não encontrou relação entre vacinação e autismo. Portanto, o aumento dos diagnósticos de autismo não pode ser usado como prova de que vacinas sejam a causa.

Também não há evidência de que o calendário rotineiro de vacinação aumente a mortalidade infantil. Segundo Fernanda, revisões de segurança envolvendo vacinas como DTP e hepatite B não encontraram associação com síndrome da morte súbita do lactente ou aumento da mortalidade.

"Quando tantos grupos independentes procuram um efeito por décadas e ninguém encontra, a explicação mais simples é que o efeito não existe".

Na realidade, o impacto histórico da vacinação sobre a mortalidade infantil é justamente o oposto do que a alegação sugere.

Ler a notícia completa no Terra ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.terra.com.br — o conteúdo pertence a Terra.

Mais de Terra

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›