Cidade do interior de SP confirma 3ª morte por febre maculosa
O carrapato-estrela — também conhecido cientificamente como Amblyomma — pode carregar uma das doenças mais letais do país: a febre maculosa Adobe Stock A Prefeitura de Araras (SP) confirmou, nesta quinta-feira (20), a terceira morte por febre maculosa neste ano.
A vítima é uma mulher de 52 anos, moradora da região leste do município, que trabalhava com coleta de material reciclado.
Já é o quinto óbito pela doença em 3 cidades.
A paciente buscou socorro médico primeiro na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) e, em seguida, foi transferida para a Santa Casa.
No entanto, o quadro clínico já estava em estágio avançado.
A data da morte não foi divulgada. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram “A vítima foi socorrida primeiramente na UPA e depois na Santa Casa, porém, quando procurou atendimento, os sintomas já estavam bem avançados e, infelizmente, não foi possível revertê-los”, explicou Tavane Anselmo Malaguese, coordenadora do Setor de Vigilância em Saúde.
Agora no g1 Equipes da Vigilância Epidemiológica e do Setor de Zoonoses investigam o histórico de deslocamentos da vítima junto à família para verificar a necessidade de uma avaliação acarológica — procedimento técnico que monitora e controla a infestação do carrapato-estrela na região.
Crianças morreram no início do ano Além da morte registrada neste mês de agosto, Araras contabilizou outros dois óbitos pela doença em janeiro deste ano: duas crianças, de 8 e 9 anos.
Desde 2020, o município soma nove mortes por febre maculosa.
A região soma 5 mortes pela doença neste ano: ARARAS: um menino de 8 anos e uma menina de 9, que morreram em 14 e 20 de janeiro respectivamente, e uma mulher de 52 anos.
PIRASSUNUNGA: um idoso de 83 anos que morreu em 18 de maio.
LEME: uma menina de 9 anos que morreu em 18 de junho.
Sintomas, prevenção e contágio Causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, a febre maculosa é transmitida pela picada do carrapato, especialmente o carrapato-estrela.
Para que ocorra a contaminação, o parasita precisa ficar aderido à pele por, no mínimo, quatro horas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.