Fãs da NFL em mercados menores lideram compras de produtos oficiais
Dados da Nielsen revelam que os torcedores da NFL em mercados menores, como Buffalo e Kansas City, são os que mais compram roupas e acessórios oficiais dos times.
O levantamento faz parte do Índice de Paixão dos Torcedores da NFL, que avalia o comportamento de consumo em oito métricas, incluindo compra de vestuário, presença em eventos, streaming e audiência.
Consumo Kansas City e Buffalo lideraram a categoria de compras de vestuário com índices de 280 e 272, respectivamente.
Isso significa que os moradores dessas cidades têm quase três vezes mais chances de adquirir roupas da NFL do que a média dos adultos nos Estados Unidos.
Essa tendência se reflete nas vendas de camisas de jogadores: Patrick Mahomes e Josh Allen figuram entre os mais vendidos da liga, com a camisa de Allen ocupando a primeira posição em 2025.
Philadelphia (196), Green Bay (178) e Detroit (175) aparecem na sequência, representando juntas 20% das camisas mais vendidas da NFLPA (Associação de Jogadores da NFL) no último ano.
Só as camisas licenciadas oficialmente renderam quase US$ 2 bilhões em vendas no varejo em 2025.
LEIA MAIS: Sportv e GeTV exibirão partida da NFL no Rio de Janeiro com exclusividade no Brasil LEIA MAIS: NFL, COI e Ifaf assinam acordo para promoção do flag football em Los Angeles 2028 Mercados O estudo mostra que os menores mercados da liga têm uma base de fãs mais engajada do que os grandes centros.
Los Angeles e Nova York, que possuem duas equipes cada, ficaram nas últimas posições do ranking.
Já Jacksonville, 41ª colocada na lista de áreas de mercado da Nielsen, entrou no top 10 de consumo de vestuário após a boa campanha dos Jaguars em 2025.
Toda a divisão Norte da American Football Conference (AFC) também se destacou, com suas quatro equipes entre as 10 melhores em engajamento.
Green Bay, por exemplo, consolidou sua identidade ao adquirir a empresa responsável pela fabricação dos tradicionais bonés “Cheesehead”, símbolo da torcida dos Packers.
As conclusões surgem em meio à estratégia da NFL de ampliar sua presença internacional.
O comissário Roger Goodell afirmou recentemente não ter dúvidas de que haverá equipes fora dos Estados Unidos no futuro.
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